Recentemente,a psicanalistae historiadora francesa..... Elisabeth Roudinesco (2008, p. 13) afirmou em seu livro...intitulado....
A parte obscura de nós mesmos
Uma história dos perversos .......
“os perversos são uma parte de nós mesmos, uma parte de nossa humanidade, pois exibem o que não cessamos de dissimular:-
nossa própria negatividade, a parte obscura de nós mesmos”.

Como se a gente levantasse da cama e gritasse ao mundo.
ResponderExcluir"Sou capaz de matar...Que afastem de mim as possibilidades."Beijo do leitor de seu blog.:-BYJOTAN.
Entre o nosso desejo ....e a realização do desejo existe uma longa distancia........E é ai que entra o auto-controle....Como diz meu amigo e psicanalista Antonio Araujo.... O perverso por não conseguir trabalhar a frustração, não admite em hipótese alguma perdas ou rejeições, é um ultraje alguém lhe impor regras ou limites, já que a coletividade segundo seu pensamento lhe é devedora eterna. O perverso capitaliza na plenitude sua falta ou castração segundo os conceitos da psicanálise, não lhe é possível nenhum interdito, qualquer experiência tem de estar direcionado ao seu gozo íntimo, o outro deverá acatar com parcimônia sua posição de escravo referente ao desejo do mesmo, não pode haver protesto ou rebelião, o perverso é o fundador de um estado totalitário no campo sexual e afetivo, sua tirania não é a aniquilação do outro, mas a completa subserviência perante seus desejos. O perverso se acha o pioneiro e o mais criativo na arte do gozo, tem a certeza de uma criatividade única nesse terreno, não aceita competidores apenas pessoas que possam incrementar suas crenças fantasiosas. Ele é único, um resquício de uma monarquia no terreno sexual, engrandecendo sua soberba e egoísmo citados. É seu direito ser único na arte de transgredir, rechaçar o amor em nome de uma eterna experimentação de gozos. A sociedade é seu laboratório para a masturbação.
ResponderExcluirSeja sempre Bem vindo.bjs
OU OBJETIVAMOS para uma relação de intensa amizade com o intuito de salvarmos o outro e a nós mesmos, ou o que restará será apenas metáfora, sonho e ilusão de uma satisfação perversa e polimorfa, desprovida de um senso de companheirismo e prazer real.
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