
Psicanalista não é um ser, mas uma função que alguém pode exercer em relação a um outro que queira se analisar, ter uma experiência de seu desejo inconsciente.
A Psicanálise é uma experiência; não é uma crença.
Quem submete-se a uma psicanálise não adquire um conhecimento universal, mas um saber sobre si mesmo.
Aquele que pratica a psicanálise deve ser alguém que adquiriu uma experiência de psicanálisar-se e foi confrontado com os seus sofrimentos, os seus recalques, os seus desejos inconscientes e, conseguiu curar-se, pelo menos um tanto, das suas questões mal-resolvidas, referentes ao sexo, à vida e à morte; passando a sofrer menos a dor da existência e. . .
a desfrutar mais do dom de existir!