Este sentimento todo ser humano já sentiu na vida quando era criança e pensava que era o.......
centro do universo.
Quando descobriu que não era sentiu-se excluído.
Sentiu-se excluído toda a vez que papai e mamãe saiam e ele ficava só em casa.
Quando tinha que ir para o quarto e papai e mamãe ficavam na sala.
Quando papai e mamãe iam para o quarto deles e ele ficava só no quarto.
Quando papai e mamãe se olhavam e diziam coisas um para o outro e ele estava excluído.
Isto gera uma dor e esta dor volta toda vez que acontecem eventos nos quais eu não estou incluído.
Dependendo de como esta fase da vida foi elaborada e de como anda a minha autoestima, lido melhor ou pior com o sentimento de exclusão.
Quando ela vê que o papai e a mamãe fazerem coisas que para ela são impossíveis como andar, falar, escrever, cozinhar, carregar uma cadeira ou amarrar o cadarço do tênis com perfeição, estes se tornam seus heróis e sua necessidade de receber afeto e atenção destes pais é excessiva, por isso, é impossível não frustrar.
E a frustração, por sua vez é fundamental para a criança crescer e amadurecer.
Este sentimento também todos já sentiram na vida e de alguma maneira, uns menos outros mais, ficou marcado em nós.
Toda criança sentiu em algum nível os sentimentos de exclusão e rejeição porque uma criança pequena é demasiadamente dependente, insegura, insuficiente e vulnerável, uma vez que ela não tem um aparelho psíquico suficientemente desenvolvido, nem formado.
Estes sentimentos nos marcam e nos acompanham durante a vida deixando feridas e
quando o outro não adivinha os NOSSOS desejos, nos frustra e não corresponde as nossas expectativas as feridas
voltam a doer.
Como nos curamos desses sentimentos?
Não sei se já descobriram a cura total, mas é possível amenizar a dor –
http://leamichaan.wordpress.com