quarta-feira, 20 de março de 2013



Foto: A neurose é paradoxal: implícita na recusa do reconhecimento do outro, a tentativa é de ser "como o outro", em suas qualidades e atributos. Não reconhecer de fato a admiração que temos pelo outro é ir ao encontro do que a neurose mais tenta evitar: a solidão. O reconhecimento pelo valor do outro, explicitamente, é o único caminho para lidar com a solidão. Citar o outro, nomear seus valores, reconhecer suas qualidades é o início da construção de uma rede de relacionamentos onde não somos apenas "mais um". Citar o outro, nomear o outro é para poucos. Mas faz parte da necessidade de todos. Não há atalhos para a conquista do respeito próprio e do outro. (Evelin Pestana, Casa Aberta - Página, Psicanálise, Arte e Educação)







A neurose é paradoxal: implícita na recusa do reconhecimento do outro, a 


tentativa é de ser "como o outro", em suas qualidades e atributos.

 Não reconhecer de fato a admiração que temos pelo outro é ir ao encontro do 


que a neurose mais tenta evitar: a solidão.

 O reconhecimento pelo valor do outro, explicitamente, é o único caminho para 


lidar com a solidão. 

Citar o outro, nomear seus valores, reconhecer suas qualidades é o início da 


construção de uma rede de relacionamentos onde não somos apenas "mais um".

 Citar o outro, nomear o outro é para poucos. 


Mas faz parte da necessidade de todos.


 Não há atalhos para a conquista do respeito próprio e do outro.






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