domingo, 31 de março de 2013





De certa forma, todos sabemos o que evitar no mapa emocional de cada um de nós. Preferimos andar por cima do território, evitando os tropeços, as fendas, num equilíbrio sempre precário, desgastante, ameaçador... 

Entretanto, se caminharmos pelo território, podemos construir pontes, nivelar o terreno, construir espaços onde poder repousar. 

Saber do mapa (emocional) não é conhecer o território. 

Os perigos reais do território são sempre mais transponíveis do que as ameaças fantasiadas do nosso mapa emocional. 


Evelin Pestana


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