
Na repetição dos fracassos, descobrimos sempre depois o tipo de armadilha em que nos colocamos: se nos oferecemos ao outro para libertar o outro e a nós mesmos; ou, se nos oferecemos ao outro para, juntos, permanecermos no velho e conhecido roteiro: o do apego à dupla vitima-algoz.
Repetir o fracasso tem por função revelar a nós mesmos que, em uma fração de segundos, o instante de entrar pode se tornar também o instante de sair.
Evelin Pestana
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