Na carência afetiva, corremos o risco de consumir o outro como um "antidepressivo"?
Transformar amor em remédio é perigoso, felicidade não é artigo de consumo, ela não está pronta, necessita ser “construída pela pessoa”.
A relação amorosa tem duas vertentes: a afetiva e a sensual.
A afetiva é cuidado, segurança, companheirismo – é repetição.
A sensual é invenção e nada tem a ver com o cuidar – envolve surpresa, uso sexual recíproco e tem uma vertente enigmática.
Quando as pessoas estão carentes, tendem a desenvolver a corrente amigável e sufocar a sensual. Aí o amor acaba.
Quem se preocupa demais com o dia-a-dia costuma fazer mal amor à noite.
Qual o segredo da felicidade?
Transformar amor em remédio é perigoso, felicidade não é artigo de consumo, ela não está pronta, necessita ser “construída pela pessoa”.
A relação amorosa tem duas vertentes: a afetiva e a sensual.
A afetiva é cuidado, segurança, companheirismo – é repetição.
A sensual é invenção e nada tem a ver com o cuidar – envolve surpresa, uso sexual recíproco e tem uma vertente enigmática.
Quando as pessoas estão carentes, tendem a desenvolver a corrente amigável e sufocar a sensual. Aí o amor acaba.
Quem se preocupa demais com o dia-a-dia costuma fazer mal amor à noite.
Qual o segredo da felicidade?
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