
"Não somos vãs pensadores, aparelhos de objetivar e registrar, de entranhas congeladas; temos de parir constantemente nossos pensamentos na nossa dor e dar-lhes maternalmente todo o nosso sangue, coração, fogo, alegria, paixão, tormento, consciência, destino e fatalidade que existe em nós."
(NIETZSCHE, 2003, p. 16)
Superfícies: dos poros ao sopro
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