
Recalcar, dissociar, recusar, desautorizar vivências produz lacunas em nossa memória.
Na tentativa de evitar o desprazer, vivemos uma vida em negativo.
Nosso funcionamento psíquico, entretanto, é bem mais inteligente do que o eu: repetimos para elaborar, integrar, ampliar, transformar o fracasso que se repete em possibilidade de sucesso.
Somos essencialmente conexões: as já feitas, as por fazer e, sobretudo, as que nos recusamos.
Evelin Pestana
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