domingo, 16 de fevereiro de 2014

Engana-se quem pensa que fantasiar é algo incompatível com a vida adulta. Ao contrário. O que fazemos pr toda a nossa existência é justamente inventar






Na carência afetiva, corremos o risco de consumir o outro como um "antidepressivo"?

Transformar amor em remédio é perigoso, felicidade não é artigo de consumo, ela não está pronta, necessita ser “construída pela pessoa”.

A relação amorosa tem duas vertentes: a afetiva e a sensual.
A afetiva é cuidado, segurança, companheirismo – é repetição.
A sensual é invenção e nada tem a ver com o cuidar – envolve surpresa, uso sexual recíproco e tem uma vertente enigmática.

Quando as pessoas estão carentes, tendem a desenvolver a corrente amigável e sufocar a sensual. Aí o amor acaba.
Quem se preocupa demais com o dia-a-dia costuma fazer mal amor à noite.

Qual o segredo da felicidade?





























"A idade não te protege do amor. Mas o amor, 
de certa forma, te protege da idade."

(Jeanne Moreau)