A capacidade de nos identificarmos ao outro tem início na infância remota. Dela depende o início da construção do eu.
Como um processo que se dá pela via do inconsciente, e por toda a vida, as identificações tomam posse do eu, em sua positividade e em sua negatividade.
É sempre com surpresa que descobrimos, na vida adulta, o quanto somos capazes de nos identificar também com aqueles que dizemos odiar.
As identificações nos mostram que, para o eu, o outro - seja ele quem for - faz parte do eu: também o ódio pode nos manter prisioneiros daqueles que um dia fizeram parte de nós.

(Evelin Pestana,
Como um processo que se dá pela via do inconsciente, e por toda a vida, as identificações tomam posse do eu, em sua positividade e em sua negatividade.
É sempre com surpresa que descobrimos, na vida adulta, o quanto somos capazes de nos identificar também com aqueles que dizemos odiar.
As identificações nos mostram que, para o eu, o outro - seja ele quem for - faz parte do eu: também o ódio pode nos manter prisioneiros daqueles que um dia fizeram parte de nós.

(Evelin Pestana,

