quarta-feira, 31 de março de 2010

IMPOTÊNCIA E CORAÇÃO....

Impotência e coração

Um estudo alemão revelou que impotência sexual, em pacientes de alto risco, é um forte sinal de que estes podem estar perto de sofrer um ataque cardíaco.

A pesquisa da Universidade do Sarre, na Alemanha, concluiu que entre os homens portadores de doenças cardíacas, aqueles que também apresentam quadros de impotência sexual têm o dobro de chance de sofrerem um ataque cardíaco.

Segundo o estudo, a probabilidade dos portadores de disfunção erétil sofrerem um derrame cerebral é 10% maior do que a dos demais pacientes cardíacos, enquanto a possibilidade de precisarem ser hospitalizados por insuficiência cardíaca é 20% superior.

Indicador potente

Os cientistas alemães acompanharam 1.519 homens de 13 países diferentes que já possuíam alguma doença cardíaca. Os participantes foram perguntados sobre uma possível disfunção erétil no início da pesquisa, depois de dois anos e após cinco anos.

O grupo concluiu que a disfunção erétil é "um potente indicador" de mortes relacionadas a problemas cardíacos, como "infarto do miocárdio, derrame cerebral, e insuficiência cardíaca".

Para os autores do estudo, homens que estão tratando problemas de disfunção erétil deveriam fazer exames para saber se sofrem ou tem propensão a problemas cardíacos.

"Esses homens estão sendo tratados por disfunção erétil, mas não pela doença cardiovascular fundamental. Um grupo inteiro de homens está sendo posto em risco", disse Michael Böhm, um dos autores do estudo.

Fluxo do sangue

A pesquisa explica que a impotência sexual está ligada ao fluxo inadequado de sangue nas artérias penianas.

Portanto, para muitos homens, a dificuldade constante de se atingir uma ereção pode ser um sinal prévio de que suas artérias estão tornando-se mais estreitas.

Com base nisso, os autores da pesquisa defendem que os médicos deveriam indagar seus pacientes com mais de 40 anos sobre sua vida sexual, pois esses homens dificilmente tomam a iniciativa de relatar esse tipo de problema.
revista saúde.

terça-feira, 30 de março de 2010

O QUE É A FELICIDADE?

 



"O grau de neurose de uma pessoa pode ser medido de uma maneira muito simples, é só questionar o conceito e a forma com que a mesma busca sua felicidade pessoal". - ANTONIO CARLOS- PSICÓLOGO





Talvez uma das maiores omissões da psicologia no decorrer dos tempos, foi à ausência de um estudo ampliado sobre o conceito da felicidade humana e suas implicações na vida cotidiana, pois dito estudo desvendaria boa parte não apenas dos desejos humanos, mas o impacto e real possibilidade de realizá-los. Se prestarmos uma atenção especial, observaremos que a busca da felicidade se insere em todos os campos pessoais e sociais, podendo agregar-se a diversos instintos ou desejos, pois diria que ela é confundida ou interpretada de diversos modos, dependendo não apenas do psiquismo pessoal de cada um, mas de todo um histórico de vida, e também de como a pessoa passou por cada etapa de seu desenvolvimento, assim como a influência do meio. Sendo mais objetivo, o desejo de felicidade passa por vários campos, podendo ser interpretado como: prazer sexual, ambição e posses materiais, desejo de poder, narcisismo, sedução, procura pela beleza, todos os tipos de drogas e experiências psicodélicas, experiências místicas e religião, busca por destaque e reconhecimento, são alguns dos vários pontos onde ele se encaixa. Poderíamos até afirmar que se há alguma motivação que contempla todas as escolas da psicologia, esta seria a felicidade, pois seja na busca de prazer sexual como dizia FREUD, ou desejo pelo poder na perspectiva de ADLER, ou o *inconsciente coletivo de JUNG, lá encontramos a mesma, seja em sentido real ou como fantasia,notem que os três conceitos, sexual, poder e inconsciente coletivo são potenciais inesgotáveis do psiquismo humano.

Quando se fala em felicidade, obviamente pensamos em prazer ou alguma sensação reconfortante, ou então uma meta traçada para nossa vida. O primeiro grande problema nessas esferas citadas é achar que a felicidade seria um estado duradouro e constante, não havendo nenhum espaço para a dor e sofrimento. Toda a carga de satisfação recebida vem acompanhada de seu oposto-o medo da perda ou ausência daquele estado magnífico que uma vez experimentamos. Essa dualidade tão bem conhecida no oriente, parece estar esquecida em nossa sociedade. Obviamente se pudéssemos afastaríamos o sofrimento por completo, mas o ponto central nisso tudo que temos de admitir, é a nossa baixíssima resistência à dor e conseqüente tentativa de nos entorpecermos de várias maneiras. A impermanência rodeia nosso ser e deveríamos tentar conviver melhor com tal fato. A própria questão da felicidade independentemente das fantasias de cada um, deveria ser vivida diariamente, como por exemplo: comer uma comida que se gosta quando se está com fome, ligar para alguém especial e dizer-lhe quão querida e importante é essa pessoa, ou seja, trazer a noção de felicidade para o concreto do dia a dia, pois do contrário estamos criando apenas um ícone distante de nossa existência real. Costumo sempre dizer aos meus pacientes, que não importa o tamanho de suas dores e sofrimentos, desde que consigam obter pelo menos uma hora diária de contentamento e satisfação. A reação dos mesmos é sempre de surpresa, pois por incrível que pareça, quase nunca pensaram nessa importantíssima equação matemática, vital para a saúde de nosso psiquismo.

Um conceito arraigado em todos nós que gostaria de ressaltar, é o de achar que a felicidade é algo que sempre terá de vir de fora, seja riqueza, poder, beleza ou êxtase espiritual, associamos felicidade com algo que ainda não possuímos infelizmente. Penso que é fundamental refletirmos sobre isso e tentarmos desenvolver fatores internos, e embora a incompletude em nossa alma sempre irá existir, devemos investigar o que realmente possuímos, e talvez dar mais valor a aspectos como: criatividade pessoal, nosso potencial para amar alguém e ser verdadeiramente companheiro (a) dentre outros. ALFRED ADLER psicólogo contemporâneo de FREUD dizia que seria possível curarmos determinado sofrimento ou neurose com uma fórmula simples: procurarmos alguns amigos (as) e dizer-lhes nosso apreço, como foi descrito anteriormente, sem esperar que a iniciativa venha do outro, pois com isso ADLER pretendia erradicar nossa "vergonha ou timidez" para ressaltarmos alguém, seja por carência, inveja ou puramente bloqueio psicológico. Claro é o fato de que numa sociedade extremamente competitiva como a nossa, fica difícil um espaço maior para a adoração do outro. É exatamente nisso que reside um dos maiores sofrimentos relatados por milhares de pacientes, ou seja, a dor que uma expectativa não correspondida causa, seja a insensibilidade perante o afeto ou o não reconhecimento da dedicação. Podemos até dizer a este paciente que tente se centrar mais em si mesmo, mas qualquer terapeuta um pouco experiente verá que dito esforço é infrutífero, pois a pessoa só se sente realizada se sua meta abarcar seu potencial para se dedicar a alguém.

Esse verdadeiro dilema deveria ser mais aprofundado, pois embora possamos dizer a pessoa que procure alguém que mereça sua atenção, a coisa não é tão simples quanto parece, porque passa a estar em jogo a íntima ética da mesma, e estamos lhe dizendo para anular esperanças, sonhos ou até mesmo sua inocência frente à conduta de outros seres humanos. Estamos lhe pedindo para ser igual a todos, que se resigne, que aceite pertencer à multidão que não sente nem uma hora de prazer por dia descrito acima, em troca de alimentar a cada dia seu potencial para o comportamento predatório, chamado disputa ou competição. Nesse ponto podemos falar do poder do psicólogo, pois cabe ao mesmo refletir para onde está conduzindo a pessoa, se para a adaptação, revolta ou criatividade.

Quando ALFRED ADLER falava das principais metas humanas, ressaltando principalmente o casamento com amor, muitos o viram até com um certo ar de conservadorismo, mas o fato marcante nesse seu conceito, é que caso não tenhamos a regularidade das metas de amor, casamento ou companheirismo, esse hiato em nosso psiquismo será preenchido pela neurose, depressão e outros distúrbios psíquicos, se a doação como disse anteriormente não se der para outro ser humano, a neurose passa a ser a única herdeira do trono de nosso comportamento diário. Gostaria de insistir um pouco mais na questão levantada anteriormente sobre a dedicação a alguém. Caso a pessoa exacerbe essa idéia se tornará refém na questão do prazer, ou seja, é quase como se necessitasse da autorização de alguém para poder ser feliz, se solidarizando ou com a neurose ou a ausência de satisfação. Fato é que todos querem aceitação, e muitas vezes ser feliz torna a pessoa uma espécie de alienígena em seu meio social, assim sendo a saída passa a ser o adiamento ou a negação da satisfação.

Por fim, gostaria de enfatizar um grande erro conceitual acerca da questão da felicidade, pois com a predominância da psicanálise, a primeira sempre foi confundida com um aspecto de um desejo a ser realizado. O desejo é circunstancial, como, por exemplo, um bem material, sendo trocado por outro logo após sua saciedade, pois muito do estímulo vem de fora, recaindo no condicionamento ou na influência social toda a sua carga. Quero dizer que a felicidade é um conceito mais amplo, é a energia da criatividade que gera a satisfação profissional, é o potencial para amar que permanece mesmo após tantas decepções, é algo que como o ar nos acompanha até a hora de nossa morte, portanto não podemos restringir a felicidade a uma satisfação puramente momentânea, mas devemos percebê-la como um potencial a ser explorado diariamente, o que implica o dispêndio de energia e esforço a fim de obtê-la, não sendo nunca algo que nos é dado, mas sim obtido pela aplicação de querermos usufruir desse explêndido e árduo potencial humano. • inconsciente coletivo- termo de JUNG que descreve impulsos do inconsciente que não são pessoais, mas representam a psique de toda a humanidade, são impulsos herdados, que representam forças psíquicas chamadas de arquétipos.

BIBLIOGRAFIA: ADLER,ALFRED- VIDA, SENTIDO O- EDITORA PAIDÓS 1936

A DIFERENÇA ENTRE O MEDO E A FOBIA!!!!

A diferença entre o medo e a fobia

Duas reações bem distintas

As reações como o medo e a fobia, apesar de parecerem a mesma coisa, são duas situações bem diferentes.

Segundo Rita Calegari, chefe do departamento de psicologia do Hospital São Camilo-Pompeia, na zona oeste da capital paulista, sentir medo é uma reação de autopreservação que não deve ser combatido nem eliminado por se tratar de algo saudável e importante para a nossa sobrevivência.

A fobia, segundo Rita, é semelhante ao medo, mas aparece de forma excessiva, sendo que nela existe um nível de ansiedade incontrolável que acaba por interferir na vida cotidiana da pessoa. Mesmo assim, o fóbico não reconhece que seu medo é excessivo. Muitas vezes a fobia não é encarada como uma doença, e sim como falha do caráter e da personalidade.

Existem, no entanto, aqueles que não têm medo, apenas apresentam uma mudança de humor. Seus portadores são bipolares, ou seja, possuem duas polaridades: uma de depressão e outra de agitação psicomotora. A pessoa acaba por perder a noção do medo e do perigo.

Rita afirma que a ansiedade sempre está envolvida em algum nível. Segundo a profissional, para tratar esse mal, assim como a Síndrome de Pânico, são necessários o uso de alguns medicamentos como antidrepressivos e ansiolíticos, além da prática da terapia. A Síndrome do Pânico é um transtorno involuntário que provoca algumas reações como: taquicardia, sudorese, tremores, vertigens e sensação de desmaio. Essa síndrome é de difícil diagnóstico e acaba por causar grandes mudanças na rotina do paciente por não poder prever quando vai acontecer.

Os fóbicos são considerados pessoas inteligentes, responsáveis, sensíveis e com uma certa tendencia de serem controladoras e detalhistas. "Essas pessoas passaram, em algum momento de suas vidas, por alguma experiência de morte. São indivíduos metódicos, sistemáticos e controladores", declarou Rita

Esses transtornos surgem diante de algum fato estressante que ocorre na vida do paciente, por isso, é importante diagnosticar o quanto antes, não desprezando os sintomas.

Fonte: Abril

segunda-feira, 29 de março de 2010

A PESSOA CERTA É AQUELA QUE ESTA AO NOSSO LADO NOS MOMENTOS INCERTOS...

A pessoa certa é a que está ao seu lado nos momentos incertos



O empresário certo é o que investe em seus funcionários nos momentos incertos; o funcionário certo é o que aposta na empresa nos momentos incertos; os colegas certos são os que permanecem lutando, junto com você, nos momentos incertos; o amor certo é o que está ao seu lado, chova ou faça sol, nos momentos incertos.



Pablo Neruda disse certa vez:

a pessoa certa é a que está ao seu lado nos momentos incertos.

E isso faz toda a diferença do mundo, já que a vida é repleta de momentos incertos.

Nos momentos de sua vida nos quais tudo está indo bem e dando certo, as pessoas erradas se aproximam.



Você não as notará, porque está tudo certo.

Verá o melhor delas, porque está tudo certo.

Gostará mais delas, porque está tudo certo. Será mais fácil de iludir você, sua empresa, departamento ou até toda a sua família, amigos e colegas, porque está tudo certo.



Como um cruzeiro em um iate, todos nós sofremos uma certa dose de "ilusão das férias de verão" quando conhecemos alguém, seja na vida profissional ou pessoal, com a qual só experimentamos momentos de calmaria, de festas, baladas e alegria.



Momentos muito bons, mas nos quais é impossível separar o "joio do trigo". Momentos nos quais só vemos o melhor ângulo da personalidade de uma namorada (ou namorado), um funcionário, um sócio, um parceiro. Temos, portanto, uma visão perigosamente mono dimensional.



Muitos casamentos acabam, quando marido e mulher, descobrem que a personalidade da outra pessoa é muito mais complexa do que podia ser visto durante a fase de namoro e noivado - especialmente quando aquela fase não ofereceu "crises" para testar o casal. Os dois só viram o "trigo", antes do casamento, descobrindo o "joio" depois.



Sim, há casos em que o joio é visto bem antes, mas alguns de nós fazemos questão de fingir que não estamos vendo nada, ou acreditamos na fantasia de que depois essa pessoa mudará...



Quantas pessoas que você considerava "grandes amigos", não se afastaram imediatamente, assim que você perdeu aquele emprego? Sim, é impossível avaliar amigos, colegas, funcionários e amores sem o teste das crises.



Para conhecer realmente essa pessoa, você tem que observa-la quando o iate entrar em uma tempestade gigantesca no meio do oceano, quando o navio estiver sob risco de afundar, e um grupo de piratas começarem a destruir tudo e invadir a nau.



Neste momento, você verá, de modo cristalino, quem é que corre para os botes salva-vidas esquecendo-se completamente de você, da empresa ou do projeto, e quem está com você até o fim -- seja este fim qual for.



Por isso, antes de julgar alguém pelo belo sorriso em um dia de sol, veja se o sorriso ainda está lá, mesmo que haja lágrimas em um dia de chuva.



Como explicou Pablo Neruda:

A pessoa certa é a que está ao seu lado nos

momentos incertos.

TODA FORTUNA QUE POSSUIA NAO ERA CAPAZ .....

Certa vez, um jovem muito rico foi procurar um rabi para lhe pedir um conselho. Toda a fortuna que possuía não era capaz de lhe proporcionar a felicidade tão sonhada. Falou da sua vida ao rabi e pediu a ajuda. Aquele homem sábio o conduziu até uma janela e lhe pediu para que olhasse para fora com atenção, e o jovem obedeceu.




- O que você vê através do vidro, meu rapaz?



- Vejo homens que vêm e vão, e um cego pedindo esmolas na rua. Então, o homem lhe mostrou um grande espelho e novamente o interrogou:



- O que você vê neste espelho?

- Vejo a mim mesmo, disse o jovem prontamente.



- E já não vê os outros, não é verdade?

E o sábio continuou com suas lições preciosas:



- Observe que a janela e o espelho são feitos da mesma matéria-prima: o vidro. Mas no espelho há uma camada fina de prata colada ao vidro e, por essa razão, você não vê mais do que sua própria pessoa. Se você se comparar a essas duas espécies de vidro, poderá retirar uma grande lição. Quando a prata do egoísmo recobre a nossa visão, só temos olhos para nós mesmos e não temos chance de conquistar a felicidade efetiva. Mas quando olhamos através dos vidros limpos da compaixão, encontramos razão para viver e a felicidade se aproxima.



Por fim, o sábio lhe deu um simples conselho:



- Se quiser ser verdadeiramente feliz, arranque o revestimento de prata que lhe cobre os olhos para poder enxergar e amar aos outros. Eis a chave para a solução dos seus problemas.



Se você também não está feliz com as respostas que a vida tem lhe oferecido, talvez fosse interessante tentar de outra forma. Muitas vezes, ficamos olhando somente para a nossa própria imagem e nos esquecemos de que é preciso retirar a camada de prata que nos impede de ver a necessidade à nossa volta.



Quando saímos da concha de egoísmo, percebemos que há muitas pessoas em situação bem mais difícil que a nossa e que dariam tudo para estar em nosso lugar. E quando estendemos a mão para socorrer o próximo, uma paz incomparável nos invade a alma. É como se Deus nos envolvesse em bênçãos de agradecimento pelo ato de compaixão para com Seus filhos em dificuldades. Ademais, quem acende a luz da caridade, é sempre o primeiro a beneficiar-se dela. E a caridade tem muitas maneiras de se apresentar:



Pode ser um sorriso gentil...

Uma palavra que anima e consola...

Um abraço de ternura...

Um aperto de mão...

Um pedaço de pão...

Um minuto de atenção...

Um gesto de carinho...

Uma frase de esperança...



E quem de nós pode dizer que não necessita ou nunca necessitará dessas pequenas coisas?



"A caridade é o gênio celestial que nos tece asas de luz para a comunhão com o pensamento divino, se soubermos esquecer de nós mesmos para construir a felicidade daqueles que nos estendem as mãos".



Autoria Desconhecida

"A ÙLTIMA CEIA" !!!!



Toda refeição é a "última ceia" para os gordos, diz psiquiatra e autor best-seller.



O que leva alguém a comer até não poder mais, a exagerar nas pizzas, nos chocolates e em todo o resto? É só entender o pensamento de um gordo: ele sempre pensa em adotar uma dieta extremamente severa logo após a próxima refeição e, por isso, decide mergulhar em uma avalanche de calorias para aproveitar a "última" ceia.



Em entrevista à Livraria da Folha, o autor de "Deixar de Ser Gordo" (MG Editores) diz que, nestes casos, "toda refeição é uma espécie de 'última ceia'", ideia que provoca tendência ao consumo exagerado. "A reeducação alimentar é o caminho, até porque as dietas restritivas são ineficientes e inadequadas --apenas 2% dos que emagrecem dessa forma se mantêm magros."



Eduardo Knapp



Psiquiatra Gikovate (foto) diz que gordos devem agir como magros





Para quem já se preocupa com a chegada da Páscoa (4 de abril), o especialista esclarece que "não é crime comer um tanto de chocolate" e sugere a "saída": "Talvez o melhor seja escolher aquele com maior teor de cacau e com menor quantidade de açúcar".



Outro tormento para quem quer maneirar nas calorias é não resistir e devorar um monte de guloseimas à noite, após ter conseguido se manter fiel à dieta durante o dia. "A razão é a mesma: a proibição e a privação aumentam o desejo, de modo que a tentação acaba por vencer a força de vontade", afirma Gikovate. "O estoque de determinação vai sendo gasto ao longo do dia."



Sentimento de fracasso

As desistências constantes, entre outros fatores, fazem com que o gordo se sinta sempre um fracassado. "E não deveria ser assim, pois, se sua autoestima pudesse melhorar antes disso, ele teria melhores condições de conduzir o processo de reeducação alimentar." Acreditar em "processos milagrosos" também impede o emagrecimento.



Já tomar remédios que diminuem o apetite pode ajudar, de acordo com o psiquiatra. "Porém, o essencial é melhorar a alimentação, começar uma atividade física --algo muito difícil, porque o gordo é preguiçoso e envergonhado de sua aparência-- e, eventualmente, iniciar um trabalho psicoterapêutico para criar estratégias capazes de aumentar a autoestima."



Solução?

O melhor modo natural de emagrecer é a pessoa aprender a comer como magro. Mas como? "A gente tem que começar pelo fim: comer da maneira que faria se já tivesse perdido os quilos necessários, porque o corpo acompanha o tipo de ingestão praticada."



Gikovate ainda completa: "Quem come como magro, pensa como magro, ou seja, para de ver na comida mais do que a necessidade fisiológica e/ou um prazer gustativo interessante". E assim a comida deixa de ser remédio para qualquer tipo de mal psíquico.

domingo, 28 de março de 2010

SUPERPROTEÇÃO PODE TER LIGAÇÃO DIRETA COM A ESQUIZOFRENIA


Superproteção!!!
 (ou Até que ponto alguém é responsável pelo outro)
Alguns dias atrás li uma matéria sobre uma pesquisa desenvolvida numa universidade japonesa (Universidade de Gunma, trabalho de Kosuke Narita e equipe) que relata, depois de analisar os cérebros de 50 jovens de 20 anos, que aqueles que foram superprotegidos pelos pais tinham menos massa cinzenta no córtex pré-frontal, região do cérebro que se desenvolve durante a infância, sendo que anomalias nessa região cerebral têm ligação direta com esquizofrenia e doenças mentais. Kosuke Narita acredita que esse crescimento anormal da referida parte do cérebro se deva a elevadas taxas de cortisol (hormônio do estresse) e baixa produção de dopamina (neurotransmissor estimulante do sistema nervoso central). Claro, é uma pesquisa nova, muitos outros pesquisadores e cientistas ou discordam dos resultados ou apontam para a necessidade de mais estudos a respeito, porém, não é preciso ser cientista para concluir algo que é muito visível: a superproteção, não só na infância, mas em todas as idades, prejudica o desenvolvimento e o crescimento das pessoas.
Se nas crianças esse prejuízo pode se dar em nível fisiológico cerebral, mesmo que nos jovens e adultos isso não ocorra mais, a superproteção freia o desenvolvimento, a iniciativa, a liberdade e a maturidade da pessoa. Proteger quem precisa, acolher, ensinar, orientar, quando necessário são coisas positivas; superproteger, limitar, é diferente.
A superproteção, além de ser reflexo de um amor meio “sem noção”, ocorre quando se parte do princípio de que o outro não é capaz de cuidar de si, subestimam-se as capacidades dele e o superprotetor considera-se onipotente e onisciente, o que não raro o torna arrogante e achando-se dono da verdade. Repito, deve-se proteger e ajudar quem precisa, como uma criança, uma pessoa com problemas físicos ou mentais, mas, a menos que a pessoa seja totalmente incapacitada, permanentemente, mesmo quem exige mais cuidados deve ter um grau de autossuficiência, o mais possível, para que cresça interiormente e sinta-se vivo, produzindo algo, não dependente total, frágil.
Quem superprotege acha que ama da melhor forma possível. Alguns até sentem que não deveriam agir assim, mas não conseguem romper esse comportamento. O superprotetor, além de considerar o superprotegido como incapaz para muitas coisas, pega para si uma carga enorme, exaustiva: é responsável por sua vida e também se responsabiliza pela vida do outro, além do que seria adequado. Ora, já é tão complexo, às vezes trabalhoso, a gente ser responsável pela própria vida, quanto mais pela de outra(s) pessoa(s)! O superprotetor tem um trabalho multiplicado por dois, três… Sofre demais quando acontece algo (que entende como) ruim na vida de quem superprotege, acumula estresse, ansiedade, cansaço, mau humor e rispidez para consigo e para com os outros.

Quem é superprotegido sente-se amarrado, sufocado, tolhido em suas liberdades, percebe a mensagem de que é “incapaz” e nutre uma revolta por causa de o considerarem assim e/ou introjeta isso e passa, mesmo que inconscientemente, a acreditar nessa mensagem. Torna-se inseguro, dependente, não consegue tomar muitas decisões sozinho, fica mais frágil perante as vicissitudes da vida, tem possibilidade de desenvolver alto grau de ansiedade e até depressão.

Fora que com esse esquema de superproteção surgem chantagens de ambos os lados. O superprotetor pensa deter o controle, ameaçando retirar a sua “cria” de debaixo das asas, deixá-la ao “relento”, entregue à selvageria do mundo se ela não seguir as regras impostas. Ameaça cortar as regalias, mas só ameaça, porque na verdade jamais poderia pensar em fazer isso com pessoa(s) tão frágil(eis). Ameaça cortar suporte econômico, psicológico, o que existir e for relevante caso seu objeto de superproteção fizer algo “errado”. Impede-o de desenvolver muitas atividades de diferentes aspectos pois não o considera apto, limitando assim seus horizontes e vivências.

Quem é superprotegido também possivelmente vale-se de chantagem. Podendo viver num misto de raiva pela situação e concordância com ela, coloca sua “fragilidade” como elemento para que quem o superprotege faça as coisas para ele. Acomoda-se, alimenta medos, deprime-se… Tem às vezes pânico dos desafios, de mudanças que poderiam ser muito positivas.

A revolta, interior e/ou exterior, é possível para ambos os lados. O superprotetor pode sentir-se exausto por ter de arcar com a responsabilidade da vida do outro, até mesmo usado, maldizer a vida por lhe dar um fardo tão pesado do qual não pode nem deve se livrar. O superprotegido revolta-se por ser tão podado, subestimado, não levado a sério, considerado sempre uma criancinha, e, quando acredita que é incapaz de “andar com as próprias pernas”, também maldiz a vida por tê-lo feito tão despreparado, fraco.
E há muitos outros aspectos negativos relacionados à superproteção, que não serão todos mencionados aqui para não tornar este artigo um livro.

 A conclusão que se pode ter, depois de refletir sobre este assunto, reflexão a qual o presente artigo deseja fomentar, é de que a superproteção não é sinônimo de um amor maior e melhor e nem ajudará alguém a viver bem. Nem significa (porém às vezes pode), falando em superprotetor e superprotegido, uma forma disfarçada de sadismo, masoquismo, prepotência, mau caráter, preguiça. A superproteção nasce de equívocos (percepção de incapacidade para um lado e supercapacidade e onisciência para outro), gera muitos problemas, que podem ser solucionados, claro, mas isso demandará esforço, boa vontade de ambos os lados e tempo. Melhor seria não entrar nessa.

Convido os leitores a fazerem uma autoanálise, se for o caso, e perceberem se há indícios de que superprotegem (excesso de zelo, responsabilidade, limitação, proteção para com o outro, sofrimento com tudo isso) ou se são superprotegidos (excesso de limitações, cuidados impostos por alguém, sensação de estar “sufocado”, ideia de falta de condições de gerenciar a própria vida introjetada ou manifestada pelo outro em relação si). Caso um desses dois mecanismos ocorra (ou mesmo os dois ao mesmo tempo, pois muita gente que é superprotegida acaba achando que isso é o certo, apesar de todo o peso da coisa, e repete esse comportamento, então como superprotetor, para com filhos, cônjuges, amigos, etc.):
- para quem superprotege: será que as pessoas são tão incapazes assim, não sabem se cuidar, e não poderiam aprender a fazê-lo; e você é tão poderoso e sempre tão certo assim para administrar vidas alheias? Ensinar a pescar não é melhor que continuar sempre pescando para os outros, até porque um dia poderá não mais ter como fazer isso e aí sim as pessoas sofrerão muito mais ao verem-se sozinhas e sem saber como se cuidar?

- para quem é superprotegido: será que você não tem capacidade de cuidar mais de si?

Quem o superprotege está sempre certo?

 Vai deixar sua vida nas mãos de terceiros, sua felicidade, suas escolhas? Mesmo que isso seja cômodo, é tão frustrante…
Revolta e brigas, rompimentos brutais,culpas, não precisa nem ajuda. Trabalho de conscientização, autoconhecimento, empatia, boa vontade e perdão, dos dois lados, leva a um novo modelo de relacionamento, com sentimentos mais leves, amor, amizade melhores. Vale a pensa pensar sobre tudo iss
Marcus Faciollo
A nova versão da fábula: A formiga e a cigarra.
  


> Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.

> Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno.

> Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o bate-papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha gelada.

> Seu nome era 'Trabalho', e seu sobrenome era 'Sempre'. 

> Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou nem um minuto sequer. Cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu prá valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir. 

> Então, passados alguns dias, começou a esfriar.

> Era o inverno que estava começando. 

> A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, repleta de comida.

> Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da toca.

> Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu. 
> Sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison. 

> E a cigarra disse para a formiguinha: 
> - Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. 
> - Será que você poderia cuidar da minha toca? 
> - E a formiguinha respondeu: 
> - Claro, sem problemas! 
> - Mas o que lhe aconteceu? 
> - Como você conseguiu dinheiro para ir à Paris e comprar esta Ferrari? 

> E a cigarra respondeu: 
> Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz. 
> Fechei um contrato de seis meses para fazer show em Paris... 
> À propósito, a amiga deseja alguma coisa de lá? 

> Desejo sim, respondeu a formiguinha.

> Se você encontrar o La Fontaine (Autor da Fábula Original) por lá, manda ele ir para a Puta Que O Pariu !!!'

>Moral da História 
: 
> Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu patrão..

> Trabalhe, mas curta a sua vida. Ela é única!!!

> Se você não encontrar a sua metade da laranja, não desanime, procure Sua metade do limão, adicione açúcar, pinga e gelo, e..... 

> Seja feliz ! 

> "A Vida é curta, Quebre regras, Perdoe rapidamente, Beije demoradamente, Ame verdadeiramente, 'Pratique intensamente', Ria incontrolavelmente e nunca deixe de Sorrir, por mais estranho que seja o motivo.". 

"O QUE FIZER FAÇA DA MELHOR FORMA, COM AS MELHORES INTENÇÕES E NÃO SE IMPORTE COM O QUE OS OUTROS IRÃO PENSAR..APENAS FAÇA O SEU MELHOR!"

sábado, 27 de março de 2010

SOMOS REFLEXOS DO QUE PENSAMOS.....



Já citei neste blog opiniões de autores de auto-ajuda que falavam sobre condições. David J. Schwartz, um norte-americano que escreveu nas décadas de 50 e 60 do século passado esquece as condições e afirma que as pessoas que pensam “grande” agem bem em quaisquer condições.


O que cria as condições? Aqui vai minha opinião radical sobre o assunto, os pensamentos criam as condições. A pessoa que pensa que a vida é uma luta constante, vai encontrar condições de luta. Quem pensa que a vida é a batalha entre bem e mal, vai acabar ficando com um dos lados. Quem pensa que a vida é dos que chegam mais rápido, ou verá os outros chegando primeiro ou vai se apressar e ter sucesso.



Emmet Fox afirma que o clima terrestre é como é porque as pessoas acreditam que o clima é assim. Cada vez mais percebo que o pensamento humano verdadeiramente comanda tudo, não há limites para o pensamento e o único limite é ......( a crença que há limites.)



Eu afirmo que é bastante complexo mudar tão fortemente esta visão pessoal. Mesmo os autores que pregam esta mudança a fizeram até certo ponto em suas vidas. O fato de alguém acreditar que andará sobre as águas, mesmo que haja todo potencial dentro de si, dificilmente vai se realizar porque enquanto houver um tiquinho de dúvida a pessoa não vai fazer isso. Jesus era desprovido de dúvida do poder do Pai, por isso fazia o que fazia.



Neale Donald Walsch afirma que as condições são sempre perfeitas porque no Universo criado por Deus não pode haver a imperfeição. Sei o quanto é difícil aceitar isso como verdade, mas considere que isso é verdade. Quando a pessoa aceita isso como real, as condições mudam. Uma dos elementos do sucesso é a má percepção das dificuldades. ....(Se você aceita internamente que as condições são perfeitas,) está dizendo a si mesmo que é maior que as condições e dando poder e liberdade total a si mesmo. Ao dizer a si mesmo que as condições são perfeitas estará dando atenção à perfeição e por lei de atração estará atraindo perfeição. Wayne W. Dyer conta que muitas vezes foi classificado como Poliana e cada vez que isso acontece ele agradece do fundo da alma.



... Poucas pessoas conhecem as vantagens de ser Poliana.







poliana é a historia de uma menina...EXTREMAMENTE OTIMISTA.

CONFIANÇA!!!!

Quando eu escuto, atentamente, meu cliente (psicótico ou não), sem me preocupar com diagnósticos, julgamentos morais, éticos , ou com outros de qualquer natureza; quando eu estou ali, com ele, o mais "presente" possível, sendo eu, do modo como sou (sem me esconder atrás de máscaras profissionais), ocorre então um "fenômeno" muito significativo: o outro se mostra. E, nesse se mostrar, há algo novo: a possibilidade dele ir além da percepção que, até então, tinha de si. Em outras palavras, ele começa "realmente" a se conhecer e a se compreender e , possivelmente , em decorrência desses dois fatores - conhecimento e compreensão - ele inicia um processo de aceitação de si, de ampliação de sua imagem, de seu eu, de sua pessoa.




Essa ampliação gera mudanças no seu modo de ser , de se ver, de ver os demais, e de ver a própria realidade na qual ele vive, e que, muitas vezes, é distorcida pela visão equivocada e limitada que possuía antes.
psicologo
:"Todas as nossas amizades, relações pessoais ou profissionais, parceiros afetivos, são nada mais do que o espelho de nossa alma e meta de vida que estamos atraindo e buscando". Nunca foi necessário qualquer método bizarro de análise pessoal para desvendarmos nossos rumos, basta olharmos ao nosso redor que encontraremos quase que todas as respostas.

JOÃO 4:13 E 14...ÁQUELE QUE BEBER DESSA ÁGUA........


O HOMEM que encontra DEUS dentro de si não precisa de qualquer religião. Enquanto está no processo as religiões são de grande valia, mas depois do encontro definitivo com Deus, elas não são mais necessárias. Isto fica bem claro nas palavras de Jesus: “Aquele que beber dessa desta água, tornará a ter sede, mas o que beber da água que eu lhe der jamais terá sede virá a ser nele fonte de água que jorrará até a vida eterna.” João 4: 13 -14. A água é universalmente o símbolo do inconsciente ou subconsciente. Ela toma a forma do recipiente que a contém. Se a pessoa acredita conscientemente que precisa de sofrimento e sacrifícios para se salvar, seu recipiente é sua crença e toda a substância do subconsciente tomará essa forma. Quem acredita que já está salvo, que o céu é um estado de espírito, o subconsciente toma essa forma mais harmônica, fica contido no vaso da vida e da verdade. Beber da água de Cristo não é beber um copo d’água dado pelo filho de Deus, é entrar na compreensão dada pelo vivenciar de Deus na própria vida, a água que bebida apenas uma vez sacia a sede definitivamente. Quem tem a sede saciada em definitivo, encontrou-se com Deus em si mesmo, por que precisaria de alguma religião? Pode tê-la, mas não necessita dela.
marcelo marinho
“VIGIE SEUS PENSAMENTOS,








PORQUE ELES SE TORNARÃO PALAVRAS;






VIGIE SUAS PALAVRAS,






PORQUE ELAS SE TORNARÃO ATOS;






VIGIE SEUS ATOS;






PORQUE ELES SE TORNARÃO SEUS HÁBITOS;






VIGIE SEUS HÁBITOS,






PORQUE ELES SE TORNARÃO SEU CARÁTER;






VIGIE SEU CARÁTER






PORQUE ELE SERÁ O SEU DESTINO”






(POETA ANÔNIMO AMERICANO

O EFEITO DESTRUIDOR DO" `ALCOOL" NO CÉREBRO!!!





Álcool, efeito destruidor

Pesquisadores desvendam como o álcool age no cérebro

Alguns efeitos do álcool como fala arrastada, falta de coordenação motora, perda da auto-crítica, já são sintomas conhecidos por todos. Pesquisadores da Universidade da Califórnia e do Instituto Salk de Ciências Biológicas, nos Estados Unidos, anunciaram ter resolvido a questão e descobriram como a bebida age no cérebro.

Em um artigo publicado na revista especializada Natur Neuroscience, a equipe, conduzida pelo professor Paul Slesinger, afirmou ter localizado a área onde as moléculas do etanol atuam.

A nova pesquisa demonstra que o álcool interage diretamente com um local específico localizado dentro de um canal iônico, que tem papel fundamental em diversas funções cerebrais associadas com eventos epiléticos e com o abuso de álcool e drogas. Nosso cérebro funciona como um intricado maquinário, com cerca de 100 bilhões de células que se comunicam entre elas a partir de transmissões elétricas e químicas. Quando pensamos algo, é disparada a conexão entre um neurônio e outro. Segundo os pesquisadores, quando uma pessoa ingere álcool, o etanol conecta-se diretamente a uma proteína chamada Girk. Ativada, ela libera potássio, substância que diminui a atividade do cérebro.

O estudo é o primeiro a identificar que o álcool estimula os canais Girk diretamente, e não por meio do resultado de outras alterações moleculares nas células. “Achamos que o álcool sequestra o mecanismo de ativação intrínseca dos Girk e estabiliza a abertura dos canais. O álcool pode fazer isso por meio da lubrificação das engrenagens de ativação dos canais”, aponta Slesinger. “Se pudermos encontrar uma droga que se encaixe no ponto específico de atuação do álcool e ative os canais Girk, talvez possamos diminuir a excitabilidade neuronal no cérebro, o que resultaria em uma nova estratégia para o tratamento da epilepsia”, disse o pesquisador. (Da Agência Fapesp)

Hoje existem basicamente três tipos de substâncias farmacológicas utilizadas para o tratamento do alcoolismo. Elas inibem o metabolismo do etanol pelo organismo, diminuem o prazer relacionado ao consumo da bebida ou reduzem as crises de abstinência. Porém, nenhum remédio é capaz de cortar, diretamente, o efeito do álcool nos neurônios transmissores.

sexta-feira, 26 de março de 2010

NÃO HA OUTRO CAMINHO SENÃO O DA EVOLUÇAO ESPIRITUAL

REGRA DE OURO!!!!


A regra de ouro diz:

faça para os outros o que desejaria que fizessem para você.


O uso da regra de ouro é receita de sucesso.


A regra de ouro não serve apenas para a ação. Pense dos outros o que gostaria que pensassem de você. Deseje para os outros o que gostaria para si mesmo. Perdoe os outros como perdoaria a si mesmo. Ame os outros como ama a si mesmo. Trate os outros como deseja ser tratado.



Se você trata os outros mal é porque este mal existe em você. Usar a regra de ouro é um tratamento a si mesmo. Experimente usar a regra de ouro em seu pensamento em apenas um dia de sua vida. A transformação é tão radical que você nunca deixará de usar a regra de ouro.



A regra de ouro coloca a lei da atração em ação plena em sua vida. Caso seu vizinho compre um carro zero estalando de novo e você fique feliz com isso, o Universo vai receber esta energia de você e o levará a seu carro zero. Caso você fique pensando porque aquele medíocre do seu vizinho foi capaz de comprar este carro e você não, deve ter alguma coisa errada, isto se chama inveja negativa e a mensagem que você dá a si mesmo é que ter coisas boas é ruim e sua mente subconsciente nada trás do que você acha ruim.



Usar a regra de ouro é fazer muitos amigos. Você não gosta de quem te trata como trata ele próprio? Quem usa a regra de ouro não trata ninguém com inferioridade. Todo mundo gosta de conversar com quem está no mesmo patamar. O uso da regra de ouro faz que todas as pessoas fiquem acessíveis, haverá tantas que gostarão de partilhar com você que se houver poucas que se recusarem nem fará qualquer diferença.



Use a regra de ouro para tudo. Os resultados são rápidos e impressionantes.


Marcelo Marinho

quinta-feira, 25 de março de 2010

SOMOS AVALIADOS PELA NOSSA CONDIÇÂO FINANCEIRA...

Vivemos em uma sociedade na qual o valor de uma pessoa é medido por sua condição financeira. Uma pessoa é tida como bem-sucedida quando ganha bem. Ela só é respeitada por amigos e parentes quando está bem de vida – o que, estranhamente, significa estar bem de dinheiro! Será que existe um modo da pessoa se sentir feliz, com boa auto-estima e orgulhosa de si mesma sem ter muito dinheiro/???

Resposta: É uma triste realidade essa de que somos avaliados por nossa situação econômica. Mais triste ainda é percebermos que nós mesmos nos julgamos dessa forma! Ou seja, quando não estamos bem de grana nos sentimos inferiorizados e deprimidos. Se temos uma profissão liberal, nosso humor dependerá de quantas pessoas nos telefonarem procurando nossos serviços. Se temos um comércio ou restaurante, nossa disposição no fim do dia dependerá do faturamento diário. É trágico, mas é assim mesmo que temos vivido. A influência dos valores sociais sobre nós é muito maior do que gostaríamos. Para diminuir um pouco essa dependência da opinião alheia e também da nossa condição financeira, temos que nos tornar bastante mais atentos e preocupados em construir uma história de vida própria, fundada em valores humanos mais consistentes. Sim, porque muitas das pessoas que conseguiram ótima condição material não agiram de forma ética, de modo que não deveriam se orgulhar, como é o habitual, do que possuem. Não estou subestimando o valor do dinheiro como meio de acesso a bens materiais que podem ser motivo de prazeres interessantes. Porém, temos que nos tornar pessoas mais livres, ou seja, deixarmos de ter nossa auto-estima vinculada à nossa conta bancária.

-VAIDADES DAS VAIDADES...TUDO E VAIDADES.....

Sendo verdade que todos nós somos vaidosos, como explicar a existência de pessoas que, mesmo tendo ótima condição financeira, vestem-se de forma totalmente displicente, desleixadas mesmo?

Não seriam elas criaturas que foram capazes de superar essa preocupação em chamar a atenção e atrair olhares de admiração sobre si?


Resposta:
Gosto muito de pensar que a vaidade, esse prazer erótico que sentimos de atrair olhares de admiração e desejo, corresponde a um ingrediente da nossa sexualidade que, um dia, seremos capazes de domesticar. Acho que seríamos muito mais felizes, pois nossa competitividade – e com ela a inveja – diminuiria muito, se é que não desapareceria. Poderíamos ser criaturas solidárias, amigas e nos preocuparíamos muito menos com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito. Se fôssemos verdadeiramente livres da vaidade, teríamos menos preocupação em chamar a atenção por qualquer característica, inclusive, por nossa competência intelectual. A vaidade não se manifesta apenas no aspecto físico. Ela está presente em todos os nossos atos, inclusive, naqueles que podem querer dar a impressão de que não temos nenhum tipo de vaidade. Talvez seja interessante formular a seguinte frase, CITANDO ECLESIATES,NO VELHO TESTAMENTO: VAIDADES DAS VAIDADES......; TUDO E VAIDADES
.
. Ela poderia ser completada da seguinte forma-

A renúncia total à vaidade corresponde à suprema vaidade!

Ela implicaria num desejo de superação da nossa condição humana, num desejo de nos equipararmos aos santos ou às divindades. Assim,...
Aquele que se mostra como displicente e se apresenta de qualquer jeito também está querendo chamar a atenção, está querendo parecer que é superior a nós dando a impressão de que não liga para aquilo que tanto nos preocupa.
flavio gikovate
psicanalista e escritor

ESTUDO MOSTRA QUE A PSICOTERAPIA PROVOCA MUDANÇAS NA ATIVIDADE CEREBRAL

Um dos trabalhos apresentados durante congresso de neurociencia  pode ser considerado um marco. Trata-se do primeiro estudo brasileiro a mostrar que a psicoterapia provoca mesmo mudanças na atividade cerebral. Em outras palavras, é a comprovação de que uma técnica subjetiva altera os circuitos neuronais. Conduzida na Universidade de São Paulo, a investigação acompanhou pacientes diagnosticados com um tipo específico de estresse pós-traumático, o parcial, que pode vir à tona depois de um seqüestro relâmpago, por exemplo.

Nessa formado problema, nem todos os sinais clássicos do transtorno, como pesadelos e embotamento afetivo, se manifestam. "Nervosismo, irritabilidade e memórias recorrentes do evento desencadeador é que costumam ser os sintomas do estresse pós-traumático parcial, que acomete 30% da população", explica o psicólogo clínico Julio Peres, autor da pesquisa. Do total de 27 participantes do estudo da, USP sobre o impacto da psicoterapia, 16 compareceram a sessões de uma hora cada durante dois meses.

Todos os voluntários, no entanto, se submeteram à tomografia de emissão de pósitron único no início e logo após a conclusão da pesquisa. Esse exame de imagem fornece uma fotografia do cérebro em determinado momento. Para isso o indivíduo recebe uma injeção com uma substância que fica impregnada no tecido cerebral. É ela que permite visualizar quais áreas se encontram mais ou menos ativas.

Antes do exame os integrantes do grupo da psicoterapia ainda leram em voz alta um texto que evocava o evento traumático. Durante o tratamento eles foram incentivados a falar sobre o ocorrido e orientados a construir uma espécie de banco de memórias positivas, um resgate de boas experiências do passado, como a aprovação no vestibular. O objetivo final era modificar a maneira como aquelas pessoas enxergavam a situação responsável por deflagrar o transtorno.

Os resultados do trabalho revelaram que áreas da massa cinzenta como o córtex préfrontal, região que classifica os eventos, o hipocampo, que é o grande encarregado de processar nossas lembranças, e os lobos parietais, responsáveis pela localização dos acontecimentos no tempo e no epaço, ficaram mais ativas nos indivíduos sob terapia. "Além disso houve uma atenuação da atividade da amígdala, estrutura relacionada à expressão de emoções como o medo", descreve Julio Peres.

Em suma, ocorreu o que os especialistas chamam de neuroplasticidade, um termo complicado que pode ser traduzido como a capacidade que o cérebro tem de se reestruturar. E o avanço das neurociências evidencia que técnicas psicológicas como a psicoterapia têm de fato uma ação no nível biom

quarta-feira, 24 de março de 2010

AS PESSOAS ESPIRITUALIZADAS TEM CONSCIENCIA DE SUAS EMOCOES.....

Jesus Cristo por meio dos seus ensinamentos nos mostrou um estilo de vida aplicado ao relacionamento do indivíduo com Deus e com seu semelhante na terra. Jesus dizia que precisamos saber nos relacionarmos com nosso senhor Deus e com as pessoas ao nosso redor precisamos criar laços de relacionamentos saudáveis. A chave de um bom relacionamento se encontra com nós mesmos, na forma como levamos nossas vidas e como queremos agir nas mais variadas situações, e a qual poder maior devemos nos entregar.





Jesus ensinou que o que sentimos no coração determina quem somos. Ele falou em renascer, viver com fé e ter um coração de criança. Ele queria que fôssemos como crianças porque estas são inocentes, crédulas e abertas às suas emoções. As pessoas profundamente espiritualizadas têm consciência de suas emoções. Jesus gostava de desafiar a maneira como as pessoas pensam. Para sermos GRANDES, disse ele, precisamos ser PEQUENOS. Para sermos líderes, precisamos servir aos outros. Para sermos profundos pensadores, temos que ser capazes de sentir. Jesus ensinou que a identidade do ser humano é uma questão do coração. Porém Jesus disse que devemos ser como as crianças, mas não devemos agir com infantilidade, ser infantil é não assumir responsabilidades atribuídas seja profissionalmente ou no seu relacionamento com Deus, quando Jesus disse em ser como uma criança é assumir responsabilidades e ao mesmo tempo entregar-se as emoções assim como as crianças se entregam. Quando tiver que chorar, chore, quando tiver que pedir perdão , peça, e seja humilde em tudo que fizer, pois é através da humildade que nós humanos conquistaremos tudo o que desejarmos de coração.

EU NAO POSSO.???????????




O que aconteceria se fosse eliminada a frase "eu não posso" de seu vocabulário?

Pense quanta clareza, confiança e poder traria.

Muito freqüentemente "eu não posso" é usado como um meio de fugir da responsabilidade de suas próprias possibilidades. Cada vez que você diz "eu não posso", para si mesmo ou para outra pessoa, você está argüindo as próprias limitações. Quando você repudia sua responsabilidade você também nega a própria eficácia.

"Eu não posso" é raramente verdadeiro. Normalmente significa "estou muito desconfortável para" ou "não quero fazer o esforço necessário". Há poucos obstáculos que são insuperáveis. Ainda mais, continuamente repetir "eu não posso" faz você se tornar cada vez mais incapaz, em sua própria mente, de conseguir algo feito.

Na próxima vez que você estiver tentado a dizer "eu não posso", pare e se pergunte se é realmente verdadeiro. Seja claro, direto e honesto consigo mesmo e você se encontrará usando "eu não posso" muito menos.

Quando vem o desejo, a capacidade também vem. Você pode fazer o que você deseja. Se vai fazer ou não... isto é com você.

EVOLUÇAO DA ANSIEDADE...


A evolução da ansiedade

Ansiedade está mais presente na vida moderna

De acordo com a teoria de Charles Darwin, que fala sobre a evolução das espécies, os seres vivos se adaptam ao meio para garantir a sobrevivência dos seus. Com tecnologia, globalização e o estresse de uma grande metrópole, os humanos têm que se adaptar à correria diária.

Nessa luta para se adequar, o organismo dá sinais de alerta para o descanso e o cuidado com o corpo e a mente. A ansiedade é um destes sinais. Esse sentimento de apreensão, uma sensação de que algo está para acontecer, representa um contínuo estado de alerta e uma constante pressa em terminar as coisas que ainda nem se iniciaram.

Segundo a médica e psicanalista, Soraya Hissa de Carvalho, a ansiedade é uma atitude fisiológica normal responsável pela adaptação do organismo às situações de perigo. “Se não existisse esse mecanismo que nos coloca em posição de alerta, talvez nossa espécie nem tivesse sobrevivido às adversidades encontradas pelos nossos ancestrais”, explica.

Até certo ponto, a ansiedade é positiva, mas, em excesso, pode causar danos à saúde. Os nossos ancestrais, os homens das cavernas, passavam por situações nos quais as ameaças eram animais ferozes prestes a atacá-los e as invasões de tribos inimigas. Circunstâncias que após a reação do corpo - fugir ou atacar- passam e se estabilizam.

“Na antiguidade, tais ameaças eram concretas e a pessoa tinha um determinado objeto real a combater, localizável no tempo e no espaço. Hoje em dia, esse objeto de perigo vive dentro de nós. As ameaças vivem, dormem e acordam conosco. Ou seja, vivemos ansiosos.”, 
Fonte: Portal Fator Brasil

A RAIVA PODE AJUDAR PROFISSIONAIS....


Raiva pode ajudar profissionais

Estudo indica que a raiva no trabalho pode ajudar a carreira

Pesquisadores americanos da Havard Medical School acompanharam 824 pessoas durante 44 anos e concluíram que a raiva no ambiente de trabalho pode ajudar alguns profissionais. Desde que seja sob medida. Eles frisam que é importante manter o controle ao defender seus interesses, pois a fúria pode ser destrutiva. "Em geral, as pessoas pensam na raiva como uma emoção perigosa, e são encorajadas a praticar o 'pensamento positivo', mas se concluiu que esse comportamento é uma negação danosa de uma realidade terrível", disse George Vaillant, autor da pesquisa.

Segundo ele, experiências como a dessa pesquisa mostraram que as emoções negativas estreitam e concentram a atenção. "Emoções negativas como medo e raiva são inerentes e têm grande importância", acrescentou o pesquisador. "Emoções negativas são frequentemente cruciais para a sobrevivência", afirma o pesquisador.

Vaillant, que é o diretor da publicação Study of Adult Development, que publicou o estudo, afirma que a fúria descontrolada não tem o mesmo efeito. "Todos nós sentimos raiva, mas as pessoas que aprendem a expressar essa raiva e evitar as consequências explosivas e destrutivas da fúria desenfreada conseguem alcançar algo incrivelmente poderoso em termos de crescimento emocional e saúde mental", diz o pesquisador. "Se pudermos delimitar e aproveitar essas habilidades, podemos usá-las para conseguir grandes feitos", acrescenta.

Para Ben Williams, psicólogo ocupacional britânico, as conclusões do estudo "têm a ver com passividade, agressão e assertividade". "Pessoas que são assertivas são capazes de não ceder e, ao mesmo tempo, continuar respeitáveis", diz Williams. "Elas mostram preocupação com a própria equipe e com outros. Isso faz com que elas sejam respeitadas pelos colegas e significa que elas estarão em uma boa posição quando vierem as promoções", acrescentou.

Fonte: BBC Brasil

segunda-feira, 22 de março de 2010

CRIANÇAS QUE TIVERAM UMA INFÂNCIA INFELIZ.......


Crianças infelizes tornam-se adultos doentes

Para pesquisadores, risco de não conseguir trabalhar é maior devido a problemas de saúde.

Uma pesquisa britânica sugere que crianças que são infelizes têm mais chances de se transformar em adultos permanentemente doentes ou incapacitados. A pesquisa liderada pelos cientistas do Kings College de Londres analisou 7,1 mil pessoas nascidas entre 1950 e 1955.

Os pesquisadores observaram que as crianças descritas por seus professores como "infelizes" ou "angustiadas" tinham chances cinco vezes maiores de não poder trabalhar devido a problemas de saúde quando chegassem à meia-idade. Segundo os cientistas, essas crianças também demonstraram uma tendência maior a sofrer de depressão.

O estudo foi publicado na revista especializada "British Journal of Psychiatry" e envolveu milhares de crianças que cresceram na cidade de Aberdeen, na Escócia, na década de 50. Os cientistas fizeram perguntas aos professores das crianças pesquisadas sobre o temperamento e o comparecimento delas na escola.

Mais de 40 anos depois, os pesquisadores conseguiram encontrar muitos dos participantes da pesquisa da década de 50, que agora estão na meia-idade, para perguntar se eles estão empregados ou não. Entre os pesquisados, 392 informaram que não conseguiam trabalhar devido a uma incapacidade permanente ou a problemas de saúde (5,5% do total de entrevistados).

Um quarto daqueles que foram descritos pelos professores durante a infância como "frequentemente parecendo deprimidos, infelizes, chorosos ou aflitos" estavam permanentemente doentes ou incapacitados. Um quarto daqueles que reclamavam de dores também estavam sem trabalhar devido a problemas de saúde. "Acredito que existe um padrão social comum aparecendo aqui", disse Alan Maryon Davis, presidente da Faculdade de Saúde Pública da Grã-Bretanha.

Fonte: G1

Cientistas encontram possível ligação entre criatividade e loucura




Pessoas criativas são muitas vezes tomadas por loucas e isso, talvez, tenha algum fundamento científico. Pesquisadores da Universidade Harvard e da Universidade do Texas, nos EUA, descobriram um elemento comum à criatividade e a desequilíbrios mentais: a maior predisposição a estímulos externos.

Segundo os cientistas, que publicaram seu estudo na edição de setembro da revista "Journal of Personality and Social Psychology", pessoas criativas estão mais receptivas a estímulos externos que as outras. Em doenças como esquizofrenia, essa mesma característica se apresenta em seus estágios iniciais de desenvolvimento.

Nos animais e nos seres humanos, existe um mecanismo inconsciente chamado de "inibição latente". Essa faculdade permite ignorar estímulos externos que a vivência desses indivíduos tenha demonstrado serem inúteis ou irrelevantes a suas necessidades. Por testes psicológicos, os pesquisadores conseguiram demonstrar que as pessoas criativas têm baixos níveis de inibição latente.

"Isso significa que indivíduos criativos continuam em contato com a informação extra que chega constantemente do meio em que eles estão", diz um dos co-autores do estudo, Jordan Peterson, da Universidade do Texas.

"Uma pessoa comum classifica um objeto e o esquece, mesmo que esse objeto seja muito mais complexo e interessante do que ela possa perceber. A pessoa criativa, por outro lado, está sempre atenta às novas possibilidades."

Na pesquisa, os cientistas testaram a inibição latente de estudantes da graduação da Universidade Harvard, todos abaixo dos 21 anos e considerados extremamente inteligentes. Os que foram considerados mais criativos eram sete vezes mais sujeitos a apresentar baixos níveis de inibição latente.

A baixa inibição latente, associada à criatividade, também está presente em perturbações mentais, como a esquizofrenia, que a apresenta em seus estágios iniciais de desenvolvimento, acompanhada de grande instrospecção, conhecimento místico e experiências religiosas em razão de alterações químicas no cérebro.

"Os cientistas estudam há muito tempo por que a loucura e a criatividade parecem ligadas. Parece que níveis baixos de inibição latente e flexibilidade excepcional do pensamento podem predispor a doenças mentais sob algumas condições e a conquistas de criatividade sob outras", afirma Shelley Carson, autora do estudo e palestrante de psicologia da Universidade Harvard.

"Estamos muito felizes com os resultados desses estudos. Parece que não descobrimos apenas uma das bases da criatividade, mas também nos aproximamos da solução de um antigo mistério: a relação entre a genialidade, a loucura e as portas da percepção", afirma Peterson.

Fonte: Folha Online

Área do cérebro que controla o sentimento de inveja...





Uma equipe de japoneses descobriu a região do cérebro que controla o sentimento de inveja. A descoberta poderá ajudar os profissionais da área de saúde a lidar melhor com as pessoas que sofrem desse mal.

A pesquisa, que durou um ano e meio, estudou o comportamento de 19 pessoas em boas condições de saúde. Durante a pesquisa, eles tiveram os cérebros monitorados por aparelhos de ressonância magnética.

Os participantes eram induzidos a imaginar um cenário que envolvia outras três personagens. Duas delas seriam mais capazes e inteligentes do que os voluntários da pesquisa.

"Antes de monitorarmos as atividades cerebrais, pedíamos aos participantes para se imaginarem integralmente nas situações descritas, como se fossem reais e estivessem acontecendo com eles", explicou Takahashi. Quando os voluntários sentiam inveja, a parte do córtex dorsal anterior do cérebro era ativada.

Os cientistas também perceberam que outra parte do órgão, o corpus striatum, que está associada ao sentimento de alegria, era também estimulado quando os participantes liam um capitulo que descrevia problemas com os outros personagens. De acordo com os especialistas, isto indica que as pessoas invejosas sentem mais prazer com a desgraça do outro.

Fonte: BBCBrasil.com

INTUIÇÃO E CONSCIENCIA....


Intuição e consciência

Escolhas intuitivas podem ser mais confiáveis que as conscientes

Às vezes agimos por intuição, sem saber explicar o que nos levou a tomar esta ou aquela decisão, e talvez por isso, valorizamos mais nossas escolhas conscientes, aquelas que estão baseadas em memórias explícitas. Mas, um estudo que acaba de ser publicado na revista Nature Neuroscience mostra que a memória implícita, aquela que usamos sem nos darmos conta (para dirigir um carro ou amarrar os sapatos, por exemplo) pode ser mais confiável.

Pesquisadores da Northwestern University em Evanston, no estado de Illinois, submeteram 12 pessoas a dois testes visuais e de evocação de memória. No primeiro, elas viam algumas imagens caleidoscópicas e eram instruídas a memorizá-las, para depois apontá-las numa segunda apresentação, em meio a outras imagens. No segundo teste, a tarefa era basicamente a mesma, exceto pelo fato de que, durante a exibição de cada imagem, os voluntários ouviam um número e eram orientados a prestar atenção nele, pois essa informação seria importante no teste subseqüente (o que, na verdade, não era). O objetivo era desviar a atenção para os números enquanto as imagens eram apresentadas.

Os resultados mostraram que o número de acertos no reconhecimento das imagens foi maior quando os indivíduos tiveram de fixar a atenção nos números. Além disso, os acertos foram ainda mais freqüentes nas pessoas que afirmaram que suas respostas eram simplesmente um "chute". "Nosso estudo mostra que mesmo quando não prestamos atenção, nosso sistema visual está codificando informações, que depois podem ser evocadas, ainda que não percebamos isso", diz Ken Paller, um dos autores.

Fonte: MenteCérebro

Psicologia na Internet

Psicologia utiliza Internet como ferramenta terapêutica

Ajuda ao alcance de um clique. Uma alternativa que resgatou a arquiteta Carolina (nome fictício), 39, de um momento de angústia e medo enquanto fazia o mestrado na França. Adepta da terapia convencional, a mineira encontrou em um site de psicologia o auxílio para encarar um momento de solidão e dificuldades longe da família.

"Resolvi fazer um teste e experimentar. Descobri por acaso na Internet. Poder desabafar, na minha língua, com um profissional do meu país foi muito bom. Foi uma experiência ótima naquele momento", contou a arquiteta, ainda fã da prática online.

A nova tendência da psicologia online ainda está engatinhando no país. A prática é reconhecida e aprovada pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) há pouco mais de quatro anos e exige selo de aprovação do órgão.

"É uma ferramenta que traz comodidade. Não temos a pretensão e não é a idéia substituir a terapia presencial, que é fundamental em muitos casos. Algumas pessoas, por exemplo, são encaminhadas para tratamento convencional", explicou Laura Ciruffo, psicoterapeuta idealizadora do site “Pseu”, que oferece atendimento psicológico.

O alerta dos profissionais é para que os interessados no serviço sejam criteriosos na hora da escolha. A psicóloga Ana Maria Lé Sénéchal, que atende pelo site, explica que a seriedade é fundamental para o sucesso da prática. "Tem que ter o selo do CFP aprovando o site. A desconfiança já é grande em relação à Internet. Por isso, é necessário esse controle."

O REMÉDIO É ESCREVER!!!!


O remédio é escrever

Efeitos terapêuticos de manter blogs atraem a atenção de pesquisadores

A busca por uma vida mais saudável pode ser um dos motivos do enorme aumento do número de blogs. Estima-se que sejam cerca de 3 milhões por todo o planeta. Há anos cientistas e escritores conhecem os benefícios terapêuticos de escrever sobre experiências pessoais, pensamentos e sentimentos. Mas, além de servir como um mecanismo para aliviar o stress, expressar-se por meio da escrita traz muitos benefícios fisiológicos.

Pesquisas mostram que, com a prática da escrita, é possível aprimorar a memória e o sono, estimular a atividade dos leucócitos e reduzir a carga viral de pacientes com aids e até mesmo acelerar a cicatrização após uma cirurgia. Um estudo publicado na revista científica Oncologist mostra que pessoas com câncer que escreviam sobre seus sentimentos, logo depois, sentiam-se muito melhor tanto mental quanto fisicamente, em comparação a pacientes que não se deram a esse trabalho.

Pesquisadores empenham-se agora em explorar as bases neurológicas em jogo, especialmente levando em conta a explosão dos blogs. “Sabemos que há impulsos envolvidos em sua criação, pois muitas pessoas agem de forma compulsiva em relação a eles. Além disso, o hábito de mantê-los atualizados pode desencadear a liberação de dopamina, os estímulos são similares aos que temos quando escutamos música, corremos ou apreciamos uma obra de arte”, diz a neurocientista Alice Flaherty, da Universidade Harvard e do Hospital Geral de Massachusetts.

Fonte: Mente e Cérebro

domingo, 21 de março de 2010

PORQUE BUSCAMOS PESSOAS O OPOSTO DE NÓS...



Há em nós essa vontade de diluição e, ao mesmo tempo, pavor dela. Além do mais, nas histórias de amor - vemos essa dupla tendência: fascínio e medo presentes o tempo todo. Os indivíduos fascinam-se pelas histórias amorosas e entram em pânico diante delas.
É evidente que o amor, quando entre pessoas muito afins, é uma emoção muito forte. Dá uma sensação de simbiose, de diluição, onde um vai se perder no outro e isso pode ameaçar muito a individualidade. Muitas vezes são buscadas soluções intermediárias. Uma delas é a busca de pessoas opostas, com quantidade de defeitos suficientes para que a simbiose não se dê profundamente. Do mesmo modo que as qualidades fascinam e determinam a integração, os defeitos repelem. Então, uma cota certinha de qualidade e defeitos define uma coisa intermediária, um meio-termo ao qual o indivíduo se sente ligado, mas não a ponto de ameaçar a sua individualidade.

SOMOS TODOS IRMÃOS....

sábado, 20 de março de 2010

Mudar mesmo quando não acreditamos na mudança .


Mudar mesmo quando não acreditamos na mudança .

Todos nós sabemos o quanto é difícil mudar de atitude, mesmo que isso implique em seguir um caminho melhor.

O cérebro percorre automática e velozmente os caminhos neuronais já formados há muito tempo. Por isso, fazer o que nos é habitual é tão fácil. Mas quando se trata de formar um novo caminho neuronal, uma nova sinapse, é preciso tempo e esforço para seu aprendizado. É como quando aprendemos a dirigir. Primeiro, temos que prestar atenção em todos os detalhes, depois dirigimos sem ter de pensar no que estamos fazendo.

Assim também ocorre com as atitudes mentais, quando pensar e reagir de um determinado modo torna-se familiar e nossa reação é automática. Por exemplo, o hábito de sentir-se alvo de ataques externos. Por termos vivido muitas vezes agressões em relação à nossa pessoa, conhecemos o papel do bode expiatório. No entanto, nem sempre estamos sendo atacados, mas facilmente nos sentimos alvo das agressões alheias... Identificar quando isto está de fato ocorrendo e nosso hábito de nos sentir atacados é a primeira tarefa do autoconhecimento. A segunda se trata de aprender a sair cada vez mais rápido do campo de batalha! Seja ele real ou imaginário...

Pema Chödrön comenta numa palestra sobre Felicidade (veja True Happiness em www.amazon.com) sobre três estados que nos encontramos diante das mudanças.

O primeiro é quando já compreendemos que uma atitude mental nos faz mal, então, saímos dela automaticamente. O segundo, quando já sabemos que nos faz mal, mas estamos parcialmente convictos de que somos capazes de mudar e, a terceira, quando sabemos que nos faz mal, mas acreditamos ser impossível mudar.

No primeiro estado, deixar de agir de um modo negativo já não exige mais esforço, pois se tornou uma escolha. Como desistimos de nos torturar, de nos sentirmos frustrados diante de certa atitude mental, toda vez que ela vem à tona naturalmente a identificamos e buscamos saídas efetivas para deixá-la.

Por exemplo, o ressentimento. Toda vez que percebemos que estamos ressentidos, lembramos de escolher deixar essa postura de nos sentirmos prejudicados. Esta lembrança é a sabedoria intuitiva que nos diz: Procure uma saída, dê um salto, caia fora.

No segundo estado, apesar de estarmos convictos de que determinada atitude mental é negativa, nos sentimos propensos a permanecer nela. Seja porque ainda temos a esperança de tirar algum proveito desta postura ou porque nos sentimos tão familiarizados com ela, isto é, ela faz tão parte de nós, que duvidamos se somos capazes de mudar.

Facilmente nos encontramos presos neste estado, pressionados pela expectativa de sermos quem idealizamos ser e a realidade na qual nos encontramos.

Podemos já ter entendido que cultivar a atitude de que deveríamos ou poderíamos fazer isso e aquilo nada adianta, se não a colocarmos em prática. Viver em constante estado condicional nos leva a nos distanciar de nós mesmos! Afinal, quando estamos sob a custódia de idealizações exigentes, deixamos de nos sentir reais para nós mesmos!

Mas, apesar de já saber que de nada ajuda nos culparmos, nos colocarmos para baixo, ainda não temos a capacidade de mudar.

Neste segundo estado mental, a saída encontra-se em buscar o caminho do meio: nem nos exigir demais, nem nos denegrir. Assim, este estado de meia confiança pode tornar-se um possível ponto de partida. Nele, começamos a desenvolver a autocompaixão. Deste modo, tornamo-nos mais flexíveis e empáticos em relação a nós mesmos e aos outros. Lenta, mas, suavemente, o caminho obstruído começa a se abrir.

Pema Chödrön ressalta que neste momento é importante lembrar que não importa se nos consideramos merecedores ou não da mudança, porque a escolha de mudar não é uma questão moral baseada no julgamento de ser ou não merecedor de felicidade, mas sim da escolha de melhorar e progredir, isto é, de dar o salto.

Por fim, temos o terceiro estado: quando entendemos que a mudança é necessária e poderia nos trazer algo positivo, mas, simplesmente, não acreditamos sermos capazes de mudar.

Ficamos presos neste estado enquanto ainda acreditamos que esta atitude vai nos trazer algum benefício, mesmo que passageiro. Há algo que nos conforta diante da idéia de não termos que nos esforçar para mudar. Desta forma, enquanto não nos sentirmos angustiados, iremos permanecer tal como estamos. No entanto, inevitavelmente, uma hora ou outra, seremos tocados pela dor de tal atitude mental negativa. Então, cada vez que nos sentirmos novamente desesperados, estaremos mais descrentes que podemos encontrar uma saída. É um círculo vicioso: sofremos, nos acomodamos com o sofrimento e sofremos novamente, mais e mais...

Por isso, não vale a pena cultivar este terceiro estado. Uma maneira de passar deste estado sem saída, para o segundo -o da meia confiança- é reconhecer os momentos, mesmo que fugazes, de bem-estar.

O antídoto é a autocompaixão: despertar o desejo de se resgatar do próprio sofrimento. Assim, gradualmente nos tornamos receptivos para receber ajuda, seja alheia ou de nós mesmos, isto é, quando reconhecemos que temos recursos internos que não estávamos usando.

Mesmo sendo difícil mudar um padrão negativo, não nos resta outra escolha se não quisermos continuar sofrendo!

Não estamos condenados a sofrer para sempre. Aliás, a única virtude da negatividade é que ela também é impermanente!

O QUE ESTA POR TRÀS DOS DESAJUSTES DA HUMANIDADE....




Auto-estima

A falta de amor por si mesmo é a causa essencial que está por trás dos desequilíbrios na maioria dos seres humanos desajustados. Sem esta qualidade básica, ninguém pode se direcionar na vida de modo positivo.

Infelizmente, nem todos os pais possuem a consciência do quanto é importante que a auto-estima seja estimulada desde cedo nas crianças. Muitos, ao contrário, por serem excessivamente críticos e exigentes, jamais se sentem satisfeitos com o desempenho do filho e fazem questão de afirmar isto, sempre cobrando mais perfeição ou comparando-o com outros, que eles julguem mais inteligentes ou habilidosos.

E esta é uma atitude das mais devastadoras, pois acontece numa fase em que a imagem que a pessoa tem de si mesma está sendo construída. O resultado é um ser humano inseguro, incapaz de sentir-se satisfeito consigo próprio, ainda que alcance alguns resultados positivos na vida. Ou seja, ele nunca estará realizado e sempre vai ter a sensação de que poderia ter feito melhor.

Cria-se um vazio interior, que procura ser preenchido de inúmeras formas, seja através de um desejo compulsivo por comida, por bebida ou alguma outra droga mais poderosa, ou por uma dependência afetiva, algo enfim que lhe dê a sensação, por algum tempo, de que é alguém de valor.

Nada pode substituir o amor, a atenção e o estímulo às qualidades positivas de uma pessoa, como forma de garantir que ela desenvolva uma auto-confiança indestrutível.
Ensinar alguém a amar a si mesmo, não é um estímulo ao egoísmo. Ao contrário, é uma maneira de fazer com que ele desenvolva sua capacidade de amar, para que só então possa direcionar este amor ao mundo exterior.

" ....A primeira amizade precisa ser consigo mesmo,
mas muito raramente se encontra uma pessoa que seja amistosa consigo mesma.
.....Ensinaram-nos a condenar a nós mesmos. O amor-próprio foi considerado como um pecado. Não é.
Ele é a base de todos os outros amores, e é somente através dele que o amor altruísta é possível.
Como o amor-próprio foi condenado, todas as outras possibilidades de amor desapareceram.
Essa foi a estratégia muito ladina para destruir o amor.
É como se você dissesse a uma árvore: "Não se alimente da terra, isso é pecado.
Não se alimente da lua, da chuva, do sol e das estrelas; isso é egoísmo.
Seja altruísta, sirva outras árvores".
Parece lógico, e esse é o perigo.
Parece lógico: se você deseja servir os outros, sacrifique-se; servir significa sacrificar-se.
Mas, se uma árvore se sacrificar, ela morrerá e não será capaz de servir nenhuma outra árvore;
de maneira nenhuma será capaz de existir.
Ensinaram-lhe: "Não ame a si mesmo". Essa foi praticamente a mensagem universal das pretensas religiões organizadas.
Não de Jesus, mas certamente do cristianismo; não de Buda, mas do budismo -
de todas as religiões organizadas, este foi o ensinamento: condene a si mesmo, você é um pecador, você não tem valor.
E, por causa dessa condenação, a árvore do ser humano se retraiu, perdeu o brilho, não pode mais festejar.
As pessoas vão dando um jeito de se arrastar, não têm raízes na existência - estão desenraizadas.
Elas estão tentando prestar serviço aos outros e não podem, porque nem foram amistosas consigo mesmas.
......Eu não tenho nenhuma condenação, não crio nenhuma culpa em você.
Eu não digo: "Isto é pecado".
Eu não digo que o amarei só quando você preencher certas condições.
Eu o amo como você é, porque essa é a maneira que uma pessoa pode ser amada.
Eu o aceito como você é, porque sei que esse é o único modo que você pode ser.
É assim que o todo desejou que você fosse. É como o todo destinou-o a ser.
Relaxe e aceite-se e alegre-se - e então vem a transformação.
Ela não vem através de esforços.
Ela vem pela aceitação de si mesmo com tal profundidade de amor e felicidade, que não há nenhuma condição, consciente, inconsciente, conhecida, desconhecida.
O amor é alquímico. Se você se amar, a sua parte feia desaparece, é absorvida, é transformada.
A energia é liberada daquela forma.
Todas as coisas chamadas de pecado simplesmente desaparecem.
Eu não digo que você tenha que mudá-las; você tem que amar o seu ser, e elas mudam.
A mudança é um sub-produto, uma conseqüência.
Ame-se. Esse deveria ser o mandamento fundamental.
Ame-se. Tudo o mais se seguirá, mas este é o alicerce.
OSHO.

O OUTRO LADO DO ESPELHO!!!!


No entanto, quanto mais o homem avança no autoconhecimento, mais apurada torna-se a sua percepção, ou seja, quanto mais nos conhecemos, mais conhecemos as dimensões - ou realidades - nas quais estamos inseridos.

Se nos detivermos nas percepções básicas que representam os cinco sentidos, é sinal de que o nosso conhecimento e visão de vida, encontram-se associados à realidade física, material. E esse padrão perceptivo é reflexo da cultura do mundo ocidental que predomina entre nós, limitando o nosso nível de conhecimento e de desenvolvimento da percepção suprasensorial.
FLÁVIO BASTOS.

Vejamos um exemplo: o fuxico como é chamado o que antes era conhecido como "fofoca". O culto às aparências é outro exemplo corriqueiro no âmbito das percepções primárias. E, assim, encontramos inúmeros exemplos que formam uma mentalidade inserida num paradigma que representa uma visão de vida...

Possuímos um corpo físico e quando nos enxergamos no espelho, vemos um ser que identifica-se com a imagem refletida. Essa imagem é a nossa identidade material.

Quando vamos ao velório de uma pessoa amiga, visualizamos no esquife a imagem física que identifica aquela pessoa como nossa conhecida da dimensão material.

Desde que nascemos, os nossos sentidos são desenvolvidos de uma forma que conseguimos perceber somente as informações captadas da realidade material. Inclusive, as nossas relações afetivas que envolvem emoções e sentimentos, encontram-se associadas às percepções que sintonizam à dimensão física.

Na verdade, somos seres bitolados na forma de perceber a vida e, geralmente, não nos damos conta disso, pois os condicionamentos em forma de padrão comportamental permanecem, inconscientemente, agindo e influenciando as nossas escolhas.

Buscamos o conhecimento, mas o conhecimento voltado para a área pela qual temos afinidades, e que possa trazer-nos, principalmente, um bom retorno financeiro...

Pouco sabemos sobre a origem das doenças, porque, geralmente, combatemos o efeito e não a causa. O "efeito" é aquilo que visualizamos. A "causa" é aquilo que não percebemos por falta de conhecimento que transcenda o nível da matéria.

Apurar a percepção através do conhecimento de si mesmo, é ir em busca do que existe além da imagem refletida no espelho, ou do conhecimento das dimensões extrafísicas às quais estamos interligados.

No entanto, tal tarefa exige uma mudança de paradigma que não se restringe à uma única experiência vital do espírito. Não podemos mudar da "noite para o dia" o que levou séculos para internalizar em nosso inconsciente...

Contudo, em uma vivência podemos progredir consideravelmente, se tivermos persistência e força de vontade na busca de "ter olhos de ver e ouvidos de ouvir", além do conhecimento que limita-nos ao mundo das aparências.

Portanto, a percepção que vai além das aparências não se conforma com a imagem refletida no espelho, ou não se acomoda com a imagem inerte do amigo deitado no esquife. A percepção que vai além dos cinco sentidos não se conforma com a mentalidade de fuxicos ou de cultos à aparência que subestima o potencial humano e limita, consideravelmente, o conhecimento.

Precisamos avançar muito além da ilusão das aparências... e a jornada começa quando criamos coragem para dar o primeiro passo em direção ao outro lado do espelho.

CRESCE O INTERESSE DA CIÊNCIA PELA FELICIDADE.....





Cresce interesse da ciência pela felicidade, diz antropóloga
Lúcia Nórcio - A FIB - Felicidade Interna Bruta

"Somente nos últimos seis meses, foram divulgados 27.335 estudos e artigos publicados em revistas científicas abordando de aspectos bioquímicos até aspectos psicológicos sobre felicidade," afirmou a antropóloga e psicóloga Susan Andrews.

Susan, que é responsável pela implantação no Brasil de programas baseados no conceito da Felicidade Interna Bruta (FIB), disse que o interesse da ciência pela felicidade é crescente.

Efeitos da felicidade sobre a saúde

Com base nesses estudos, Susan afirmou que pessoas mais felizes têm sistemas imunológicos mais fortes, têm melhor desempenho no trabalho, adoecem menos, vivem mais e têm casamentos mais sólidos.

"A depressão se tornou uma das principais doenças da sociedade contemporânea. São esses os principais fatores que têm motivado a investigação científica, uma vez que um maior conhecimento sobre o que constitui a felicidade e como medi-la permitirá construir políticas mais eficientes com reflexos positivos sobre a saúde pública," disse.

Sai o PIB, entra a FIB

A antropóloga participa, em Foz do Iguaçu, da 5ª Conferência Internacional sobre Felicidade Interna Bruta (FIB), que discute até hoje (23) o conceito que surgiu no Butão, na Ásia, de medir o bem-estar de forma mais ampla do que o Produto Interno Bruto (PIB), comumente utilizado para mensurar o progresso material de um país.

A ideia tem a adesão de vários países, que se utilizam de alguns indicadores para orientar a elaboração de políticas públicas.

Bioquímica do corpo humano

Susan explicou que, na bioquímica do corpo humano, uma das substâncias associadas à felicidade é o hormônio cortisol, produzido pelas glândulas suprarrenais.

Pessoas felizes tendem a ter 32% menos cortisol. Em contrapartida, o hormônio é encontrado em abundância em pessoas com alto nível de estresse.

"É preciso ter consciência de que quando uma pessoa está infeliz, seu fígado está infeliz, seu estômago está infeliz, sua pele está infeliz. Os reflexos negativos se espalham pelo corpo inteiro".