quarta-feira, 14 de abril de 2010

O ÓDIO DOS HOMENS PELAS MULHERES. A GUERRA DOS SEXOS E A FRAGILIDADE MASCULINA...

AOS OBSERVADORES (as)MAIS ATENTOS (as) DO COMPORTAMENTO HUMANOS PORÉN,NÃO PASSARÁ

DESPERCEBIDO QUE,ATRÁS DOS EXALTADOS PROTESTOS E MANISFESTAÇÕES DE AMOR,CUIDADO E PROTEÇÃO,A GRANDE MAIORIA DOS HOMENS (TODOS TALVEZ?)TENTA ESCONDER GRAUS VARIÁVEIS DA HOSTILIDADE QUE DEVOTAM ÁS MULHERES.ALGUEM JÁ DISSE QUE HOMENS HETEROSSEXUAIS SÃO SEXUALMENTE ATRÁIDOS PELAS MULHERES,MAS GOSTAM E SE DAO BEM COM OS OUTROS HOMENS.È COM ELES,COM OUTROS HOMENS QUE GOSTAM DE ESTAR,DE CONVERSAR,DE DIVERTIR-SE.
É AOS OUTROS HOMENS QUE RESPEITAM.
JÀ COM OS HOMOSSEXUAL MASCULINO SE PASSA O CONTRÁRIO:-

ELES TEM DESEJO SEXUAL PELOS HOMENS MAS GOSTAM MESMO É DAS MULHERES.

SÃO ELAS SUA COMPANHIA PREDILETA PARA TUDO O MAIS QUE NÃO SEJA ATIVIDADE SEXUAL.
ESSA É A REALIDADE,POR MAIS ESTRANHO QUE POSSA SOAR A NOSSOS OUVIDOS...
E PORQUE É A ASSIM?

PARA O PSICOTERAPEUTA INGLES ADAM JUKER,QUE ESCREVEU UM LIVRO JUSTAMENTE COM ESTE

TITÚLO,

A EXPLICAÇÃO RESIDE NA RELAÇAO DA MÃE COM O FILHO VARÃO

 E A NECESSIDADE COM QUE ESTE SE DEFRONTA DE AFASTAR-SE DELA.


PARA ELE, OS HOMENS TRANFERIRAM PARA AS MULHERES- AS QUE VÃO ENCONTRAR AO LONGO DA VIDA- 

A FRUSTRAÇÃO E O ÒDIO QUE DEVOTAM ÀS MÃES,POR TER SIDO OBRIGADO A SEPARAREM-SE DELAS.


APARTIR DESSA FRUSTRAÇÃO E DA MAL RESOLVIDA SEPARAÇÃO,PASSAM A BUSCAR NAS OUTRAS MULHERES O AMOR PERFEITO E INTENSO QUE EXPERIMENTARAM COM AS MÃES ,ANTES DE FORÇADO A DELAS SE  SEPARAR.


SÓ QUE ESTA É UMA BUSCA DE ANTEMÃO CONTENADA AO FRACASSO.


MULHER ALGUMA CONSEGUIRA PROVER AMOR TÃO INTENSO E INCONDICIONAL COMO AQUELE QUE,NO INICIO DA VIDA UNIU MÃE E FILHO .


E,SEM TER PLENA CONSCIÊNCIA DISSO,OS HOMENS SEGUEM A VIDA TENTANDO PUNIR E FERIR A FONTE DA RENOVADA FRUSTRAÇÃO.

OU SEJA,AS OUTRAS MULHERES.


A DINÂMICA DO PROCESSO EXPLICA A PROFUNDA LIGAÇÃO QUE OS HOMOSSEXUAIS MASCULINOS GERALMENTE MANTÊN COM SUAS MÃES.


 POR NÃO ODIÁ-LAS ,NÃO TÊM TAMBÈM PORQUE ODIAR AS MULHERES.

A AGRESSIVIDADE E A HOSTILIDADE DOS HOMENS EM RELAÇÃO AS MULHERES SE EXPRESSA,NO LIMITE DOS CASOS EXTREMOS,NO ESTUPRO,   E, NA FRANCA AGRESSÃO FÍSICA.

NO DIA A DIA,PORÉM TRADUZ-SE NO DESRESPEITO E NAS TENTATIVAS E MANISFESTAÇÕES ABERTAS OU VELADAS DE HUMILHAÇÃO E DESPREZO.


O IMPORTANTE SUBPRODUTO DESSE QUADRO,E PRINCIPALMENTE DO CONFLITO E AMBIVALÊNCIA QUE GERA NO INCONSCIENTE  DO GAROTO ,É A DIFICULDADE -QUASE - INCAPACIDADE - QUE TERÁ,QUANDO ADULTO,DE ENTREGAR-SE DE FORMA TOTAL E INTEGRAL AO AMOR DE UMA MULHER.

A MALOGRADA EXPERIÊNCIA DE AMOR COM A MÃE,A DEVASTADORA SENSAÇAO DE TER SIDO TRAÍDO E ABANDONADO, ENSINA-0,   ( -ASSIM ELE O SENTE- )  QUE A DEPENDÊNCIA E A VULNERABILIDADE EM RELAÇÃO AS MULHERES  SÃO PERIGOSAS.

A MULHER SIMBOLIZANDO A FIGURA DA MÃE, PASSA A METER MEDO E DESPERTAR RANCOR..

DECIDE ENTÃO...

INCONSCIENTEMENTE, NUNCA MAIS PERMITIR QUE ALGUMA  MULHER TENHA TAL PODER SOBRE ELE.

PARA O TERAPEUTA BRITÂNICO ADAM JUKER-

ESSE TIPO DE CONFLITO E ESSA DECISÃO SÃO VIVENCIADOS POR TODOS OS HOMENS.

O QUE OS DIFERENCIA É A "INTENSIDADE".

EXPLICA-SE ASSIM ,A SEPARAÇÃO BEM CLARA QUE O HOMEN FAZ ENTRE O AMOR E O SEXO

 

E O MEDO TERRÌVEL QUE TEM DO ENVOLVIMENTO DA INTIMIDADE E DA ENTREGA.



TEXTO
EXTRAIDO DO LIVRO
"QUEM AMA NÃO ADOECE"
AUTOR:-DR.MARCO AURÉLIO DIAS DA SILVA

CARDIOLOGISTA E PSICOLOGO
QUANTO MAIOR A PREOCUPAÇÃO  INCONSCIENTE DO SER HUMANO QUANTO A SUA CAPACIDADE DE SER "AMADO",
MAIOR SERÁ A PREOCUPAÇÃO CONSCIENTE DE SER FÍSICA E SEXUALMENTE ATRAENTE.

terça-feira, 13 de abril de 2010

DINHEIRO NAÕ COMPENSA A FRUSTRAÇÃO....

Dinheiro não compensa a frustração.

Parceiros precisam renovar o afeto

Quando somos pequenos, a mãe é amor incondicional.

O pai, de outro lado, é pura proteção.

Tais sentimentos vivem no inconsciente e podem prejudicar o casal, se um não corresponde à idealização do outro.

A ânsia por bens materiais é uma das indicações mais freqüentes do desapontamento.

É preciso separar a fantasia das possibilidades reais para reacender a chama.



Ser jovem é ter mil planos na cabeça.

A vida é um mar aberto, navegado com esperança e entusiasmo; seu porto de chegada é uma bela e alegre existência sonhada.

Geralmente o timoneiro almeja ter um companheiro de viagem, ao mesmo tempo seu amor e sócio.

Como amor, deverá preencher todas as necessidades afetivas e corporais vivenciadas nas primeiras relações com a mãe, e desenvolvidas em subseqüentes relacionamentos amorosos.

Espera-se que o carinho, a carícia e a realização sexual surjam exatamente na hora e na medida desejada; espera-se que os pontos psíquicos sensíveis de cada um sejam reconhecidos, respeitados e tratados com delicadeza.

Só a vida em comum irá desfazer a ilusão de tal encaixe perfeito, onde o companheiro corresponderia exatamente ao desejo do outro.

Há um difícil trabalho a realizar para a aceitação gradativa dos desencontros e das diferenças individuais.

Outra ilusão a ser desfeita refere-se à face de sócio da relação amorosa.

No pólo ideal espera-se que o parceiro venha a conquistar posições profissionais, financeiras e sociais extraordinárias.

A fantasia originária que corresponde a esse desejo, nós a encontramos na figura do Pai Primitivo, aquele que era visto pela criança como capaz de satisfazer a todas as necessidades materiais e afetivas.

Assim como o inconsciente sonha com um amoldamento perfeito, que remete à vivência com a Mãe Originária, também sonha com a proteção onipotente ancorada no Pai Primitivo.

Essa proteção fantasmática ecoa nos aspectos financeiros e sociais do casal.

E, se não atende à expectativa inconsciente de um Pai Provedor, a credibilidade do cônjuge fica abalada.


Será então preciso um trabalho de discriminação entre a figura do parceiro e a personificação inconsciente do Pai Todo-Poderoso, para que a relação amorosa não tome rumos tempestuosos.

Os ideais excessivos, ainda ligados aos desejos e fantasias infantis onipotentes, deverão ser desbastados até corresponderem às capacidades e limitações de cada cônjuge, e do casal como um todo.

A situação torna-se mais aguda se os proventos da mulher superam os do homem.

Estamos aqui diante de uma diferença.

Embora ambos esperem acolhimento carinhoso (mais associado à Mãe Primitiva) e proteção onipotente (mais associada ao Pai Primordial), os desejos distribuem-se de forma desigual.

A mulher mais exige do homem sucesso financeiro e profissional e o homem mais espera da mulher agrado, meiguice e aconchego.

Imbricam-se essas expectativas inconscientes com a mentalidade na qual estamos mergulhados.

Campeia em nossa sociedade a competição predatória, o consumismo, o exibicionismo, a inveja, o desejo de estar acima dos outros, a lei do "toma-la-da-cá".

A materialidade e o mercantilismo sufocantes invadem o lar.

Provocam picuinhas, implicâncias, comparações, acusações, brigas.

Fala-se, por exemplo, do último modelo de televisão que o vizinho ou amigo já tem e o casal ainda não pôde comprar.

E de quem é a culpa?

A mulher dirá que é do marido.

Ele irá sentir-se desvalorizado, culpado, envergonhado.

Mas em algum momento dará o troco, escancarado ou sutil.

A retaliação talvez seja: "Você não sabe cuidar da casa, de mim, dos filhos", ou qualquer outra agressão que mexa com a competência dela.

Os pontos fracos de cada um serão farpeados.

O amor inicial que os uniu esmaece e é substituído pela ânsia voraz de estar o mais próximo possível do topo da pirâmide social.

Para reverter a situação é preciso ressuscitar o amor adormecido, colocando-o acima das ambições financeiras e sociais.

Então será possível uma convivência mais harmônica e prazerosa, com mais satisfação para o casal e maior segurança para os filhos.

SE CONHECER .....PARA PODER ENTENDER O OUTRO....


Nenhum outro relacionamento é tão íntimo quanto o de um casal.

A convivência faz com que um parceiro conheça profundamente o outro e traz à tona as marcas de relações passadas.

Quando há desejo de crescer, a interação adquire poderes realmente curativos, fazendo com que ambos possam lidar melhor com os fantasmas que teimam em atrapalhar sua felicidade.

Problemas que trazemos da família de origem, da relação com nossos pais ou mesmo da relação entre nossos pais interferem nos nossos relacionamentos - em maior ou menor grau.

E estar numa relação a dois é justamente uma das formas de perceber melhor essas questões emocionais, assim como de trabalhá-las em nosso íntimo.

O apaixonamento pode ser curativo.


Pessoas que têm dificuldades para se entregar, que estão sempre no controle, que não acreditam em mudanças por causa de um encontro amoroso não sabem o que estão deixando de usufruir em termos de aprendizado e de crescimento.

Ousar mergulhar na emoção e na energia do outro pode trazer melhoras para a qualidade de vida, acrescentando leveza ao cotidiano e também a possibilidade de descobrir capacidades para os relacionamentos em geral.

Por outro lado, aqueles que se apaixonam rotineiramente têm a chance de refletir sobre o que estão compulsivamente buscando no outro.

Olhando os padrões de repetição poderão desenvolver autocontrole sobre suas carências e procurar relações mais maduras.

Na convivência de um casal aparece o melhor e o pior de cada um.


É a relação de maior intimidade que pode haver.


Permite que um desenvolva habilidade para enxergar os pontos fracos do outro e aprenda as maneiras de atingi-lo. É como ter sempre uma carta na manga.

Os dois ficam vulneráveis.

Razão pela qual, paradoxalmente, a relação amorosa acaba se tornando ambiente propício para o desenvolvimento de sentimentos e características humanas positivas:

paciência, perdão, compaixão, respeito.
Aprender a enxergar e qualificar o que o outro tem de bom é um exercício de humildade e gratidão.

Se alguém quer realmente aprender e mudar deve prestar atenção no que seu parceiro lhe diz, pois é quem melhor vê suas dificuldades.

Pessoas com maior discernimento enxergam o melhor e o pior de seu par e sabem lhe mostrar isso, delicadamente.

Já aquelas com muitas dificuldades emocionais só vão perceber o pior do outro e terão maneiras inadequadas, agressivas ou desagradáveis de mostrar.

Num casal que está junto para crescer, um pode usar o que o outro aponta como um roteiro para sua aprendizagem, refletindo sobre seu comportamento e suas reações.

Ao mesmo tempo, exercitar-se para trazer à tona o melhor do outro é um movimento útil para aumentar o envolvimento do casal, trazendo à vida harmonia e bem-estar.

Alguns autores usam a expressão "casal como terapeuta do indivíduo", significando que a vida a dois pode realmente ajudar as pessoas a superarem suas dificuldades afetivas e relacionais.

É comum que um tenha o que falta ao outro, o que ele precisa aprender. Então, em lugar de criticar o que o parceiro apresenta de diferente, vale a pena observar o que ele pode ensinar com o seu jeito de ser.

Muitas vezes, a pessoa carrega sequelas das dores das relações que teve, e, ao iniciar uma nova, fica muito focada em sentir os mínimos sinais que possam desencadear os mesmos sofrimentos.

Este comportamento pode impedir que novos afetos se estabeleçam.

Se os parceiros puderem falar das antigas dores, ao contrário, conseguirão sair dos préconceitos relacionais e um ajudará a curar os medos do outro, abrindo a possibilidade de que descubram formas mais íntimas e muito mais felizes de se relacionar.


*

TIPO PSICOLÓGICO-- " O TÍMIDO."

O tímido, em sua percepção neurotizada, vive numa guerra cujo inimigo é sempre o outro:

cada individuo ou seu coletivo; portanto é invariavelmente avesso a qualquer ato de aproximação, cooperação, colaboração ou coisa parecida; dai se origina sua irritante insociabilidade.

Nesta guerra sua estratégia covarde é a guerrilha.

vive camuflado, mascarado, disfarçado, é um camaleão.

Evita a todo o custo ser o foco, o líder, pois teme, é claro, converter-se conseqüentemente no alvo desta guerra.

Sua atitude mais próxima da sociabilidade é o recurso de fazer alianças com outros tímidos como ele, desde que estes atendam a seus interesses e com a duração determinada pelos mesmos.

Por isso o tímido é um traidor por excelência de si mesmo e do próximo:


seu imenso desejo de poder, recalcado em sua personalidade velada, é responsável pela facilidade com que usa, congela ou se descarta das pessoas a sua volta.

Estas sempre serão coisificadas em instrumentos, degraus para ascender, perdendo para a visão tímida, a sua humanidade.

Em suma estas são suas duas regras secretas, que constituem seu código pessoal oculto:

1. Jamais expor seu intimo em qualquer situação. - Geralmente, em consultório, é aquele que leva seus familiares, para uma consulta psicológica, mas raramente procura para si mesmo.Quando se submete a mesma, abandona o processo tão logo lhe é revelado sua timidez. Não pode revelar sua vulnerabilidade, sob o manto de sua dificuldade de se relacionar com os outros.

2. O outro não é visto como uma pessoa e sim apenas um recurso para lograr seu objetivo neurótico: isolar-se num castelo inatingível, com muralhas erigidas do poder obtido por seus estratagemas silenciosos, onde fantasia abrigar-se, finalmente, em segurança e descansar de todos os seus temores aflitivos.

O psicólogo ALFRED ADLER costumava dizer que estas pessoas vivem correndo da chamada "situação de prova", assim sendo, é preferível o conflito isolado e até mesmo a depressão, do que fracassar nos mais variados testes impostos pelo meio.

ADLER foi o primeiro a fazer o correlato entre a timidez e a depressão.

As duas neuroses tendem a troca do social para os "castelos" citados.


Ser rei no ambiente doméstico é muito mais interessante do que enfrentar os complexos de inferioridade que a sociedade nos impõe.

É primordial a conscientização de que tal distúrbio é algo muito sério, devendo ser tratado minuciosamente. Num mundo onde a comunicação é cada vez mais essencial para tudo, soa como uma grande contradição a questão da timidez.

Pais e educadores devem estar atentos para os primeiros sinais da moléstia, e encaminharem aos profissionais competentes para diagnóstico e tratamento.

Tudo o que o tímido não precisa é a benevolência ou tolerância perante sua dificuldade de contato. Embora soe dura, a abordagem deve ser mais do que radical, pois a essência da timidez é a maximização da sedimentação do conflito neurótico.

Trabalhar as mensagens ocultas do tímido é fundamental, para dissolver seu comportamento de afastamento cristalizado, como por exemplo:


A):Para que correr o risco da derrota, se posso passar desapercebido?;
B):Realmente é necessário eu me abrir?;
C):Tenho total preguiça em efetuar uma tarefa de compartilhar meu íntimo;
D):Sinto raiva das pessoas falarem sobre minha personalidade;
E):gostaria de ser outra pessoa, mas me sinto seguro no modelo de vida que adotei;
F)Jamais consegui ou penso que conseguirei confiar em alguém;
G)Quando tento pensar no que sinto,tenho a certeza de que algo precioso no passado foi roubado de minha pessoa.
ADLER, ALFRED. O caráter neurótico. MADRID: Editora PAIDÓS, 1990
ANTONIO C. ARAUJO

A NUDEZ DAS EMOÇÕES!!!

A revista "Super Interessante" traz uma matéria curiosa sobre a "Intuição". O texto relata alguns exemplos de pessoas que demonstram uma habilidade quase sobre-humana de perceber emoções como se estivessem "lendo a mente" dos outros. O melhor da reportagem, porém, é que relembra para todos o incrível trabalho do psicólogo americano Paul Ekman, que desafiou a psicologia dos anos 1960 para se aventurar nos estudo dos gestos humanos e das expressões faciais. Àquela época, a maioria dos cientistas acreditava que as expressões emocionais eram culturalmente determinadas, incluindo aqui a antropóloga Margareth Mead.

O que Ekman encontrou em suas pesquisas, no entanto, era muito diferente do que todos tinham dado como certo sem nunca terem testado. Depois de viajar para longe, no intuito de registrar as manifestações emocionais em culturas primitivas e completamente isoladas, ele reuniu fortes evidências de que as expressões faciais são produtos universais da evolução. De uma forma mais direta, significa dizer que a maneira como expressamos raiva, medo, tristeza e outras emoções básicas não varia de uma cultura para outra. O que muda culturalmente são os gestos. Assim, um sinal de "Ok", muito comum no Ocidente, pode ter outros significados em sociedades orientais, mas um rosto furioso terá o mesmo padrão em qualquer parte do mundo.

Os estudos posteriores de Ekman se voltaram para as chamadas "microexpressões faciais", quase imperceptíveis, mas que exercem influência na maneira como percebemos as emoções em nossos interlocutores. Às vezes um pequeno movimento ou a ausência dele pode trair o indivíduo que tenta simular ou esconder uma emoção. O pesquisador afirma que é possível treinar pessoas para descobrir quando alguém está tentando falsear emoções e tem trabalhado intensamente no desenvolvimento de softwares tutoriais que ensinariam os conhecimentos necessários para aprimorar as habilidades necessárias.

Ekman também assessora o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, que tem o interesse de utilizar o legado do psicólogo para identificar indivíduos que possam significar uma ameaça ao país. Ele também coordena programas de treinamento para policiais com o objetivo de diminuir os erros envolvidos em interpretações preconceituosas de depoimentos de suspeitos. Distinguir emoções verdadeiras e falsas pode ajudar na consecução deste objetivo. Essa busca pela "verdade" através das microexpressões e da linguagem corporal pode ser vista na série "Lie to me" da FOX. O próprio Ekman é consultor da série.

Por outro lado, Paul Ekman jura de pés juntos que os seus estudos não podem ensinar alguém a ser um bom mentiroso, pois algumas microexpressões são muito difíceis de se reproduzir voluntariamente. Se não fosse assim, os livros de Ekman já teriam virado uma febre entre os políticos brasileiros.

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Alguns links interessantes sobre o assunto:

1. O jornalista Malcolm Gladwell, do The New Yorker, escreveu um artigo bastante informativo sobre o trabalho de Paul Ekman. O artigo está disponível em http://www.gladwell.com/

segunda-feira, 12 de abril de 2010

DANÇANDO A DANÇA DA VIDA!!!!

Sou tua estrada que vai e volta, sou tua dança tua lambança..que te lança.....no meu enredo  te protejo....Te faço falta. Sou teu  melhor ritmo.... Teu remédio, adoçado com mel  doce da minha boca louca.... Sou quem te toca, te provoca, te convoca para o mais puro amor. Sou tua cura, tua tara, tuas juras mais secretas. Tua metade, tua melhor parte, teu derramamento de encanto. Tua emoção despertada, o tremor de tuas mãos, o desejo no olhar, teu abraço mais longo, teu estampado sorriso. Sou quem te canta, encanta,enlaça, laça,te ganha, Sou quem tomba tua resistência.Sou a mansidão do  teu descanso mais manso....sou a tua dança...

A "COMPETIÇÃO".... É UM DEUS QUE EMPRESTA SUA ENERGIA PARA TUDO O QUE FOR EFÊMERO......

Vivemos num mundo automático de idéias e respostas, e sobra muito pouco espaço para uma criatividade genuína que possa nos libertar da agonia diária que sentimos.....










A competição é uma espécie de camaleão, se adaptando ou se escondendo em praticamente todos os outros sentimentos ou relacionamentos, tipo:


amor, paixão, amizade, relacionamento pais e filhos, casamento dentre outros.

Nada é mais excitante para o espírito humano do que a competição, dando vida e força ou ainda um sentido para determinado desejo, meta ou necessidade.

Em contrapartida seus efeitos colaterais são terríveis e todos os conhecem:

complexo de inferioridade quando se perde,
destrutividade,
isolamento e timidez (esta oriunda pelo receio de competir abertamente),
carência e sabotagem de uma relação afetiva que teria tudo para ser totalmente genuína.

A competição remete a raízes genéticas ou atávicas do ser humano,

onde num passado longínquo tal fenômeno se misturava totalmente à sobrevivência perante um mundo totalmente hostil, podendo aqui tal tese se inserir no famoso estudo de CHARLES DARWIN sobre a “seleção natural de espécies”, onde o mais adaptado iria sobreviver perante as intempéries da natureza.

Mas em nossa sociedade contemporânea o que mudou no quesito da competição?

Será que temos ainda de enfrentar animais selvagens, fúria da natureza ou coisas semelhantes?

Certamente em determinados casos tal fato é verdadeiro, porém o ponto central de tal discussão é que desde a revolução industrial houve gradativamente um transporte de todo o modelo econômico de exclusão social e competição para o lado pessoal e afetivo.


Nossas relações se tornaram meramente uma extensão ou continuidade da luta de classes ou interesses apregoada por KARL MARX, O stress moderno Causado na luta pela sobrevivência, na verdade jamais esteve ausente do cotidiano do ser humano, apenas tomou uma forma nunca vista anteriormente, produzindo um medo com certeza muito maior que os primeiros seres humanos sentiam perante a natureza que não conseguiam controlar.


Hoje a agonia é causada pela opinião alheia, busca da aceitação social, vaidade e coisas do gênero.


Mas cabe uma pergunta fundamental, o porquê do prazer da solidariedade e companheirismo é totalmente solapado pela sedução de competir, principalmente com o ente mais próximo?

Esta incoerência é explicada pela questão do amor ser colocado em último plano frente às prioridades de nosso cotidiano.

Para os que almejam tirar a prova do que estou dizendo, é só pensarmos em nossa realidade atual;

gostamos de nos atualizar em tudo:

pós-graduação, bens materiais ou coisas do tipo, menos nossos problemas de relacionamento ou afetivos, que insistimos em postergar o máximo possível.

Mas afinal de contas não nos interessamos mais pelo lado pessoal exatamente pelo mesmo não nos gerar lucro?

A resposta seria incompleta se pensássemos somente nesse fator, pois a grande questão é a incompetência emocional de nossos tempos, assim como nossa imensa culpa que advém quando lidamos com conflitos íntimos para os quais jamais fomos treinados.


A culpa se torna o oposto da competição, onde somos adestrados para essa última desde os primórdios de nossa infância.

A dívida mais insuportável que sentimos em nossa alma é para com outro ser humano, principalmente o mais próximo, mas que ao mesmo tempo nos sentimos indolentes para saldá-la.


A coisa se torna tão séria nesse ponto, que podemos certamente dizer que a competição norteia quase que absolutamente o próprio sentimento do amor.


Mas qual o resultado de tal fusão em nossa era?

Obviamente há um declínio da compaixão, solidariedade e da própria humanidade do relacionamento, o que sobra é que uma relação amorosa já vale muito à pena se ambos os parceiros não se prejudicarem mutuamente, ou o popular não trazer azar um ao outro; parece incrível, mas é totalmente nossa realidade.


A competição está próxima à uma droga, narcotizando o conflito em relação à si próprio, projetando completamente a batalha ou desafio no outro.

É impressionante como o ser humano sempre necessitou fugir de si mesmo a qualquer custo.


A verdade é que a consciência profunda é um fardo; e o famoso provérvio “conhece-te a ti mesmo” é puro desespero em nossa era de projeção como mencionei anteriormente.


O competidor é por natureza um ser solitário e tímido; tem a certeza de que seus dotes pessoais são ineficazes para a garantia afetiva dentro de determinada comunidade social, assim sendo, precisa se destacar, alimentando constantemente a inveja do meio circundante, à fim de que notem sua presença.

A competição substitui totalmente a generosidade, dedicação e doação pela volúpia de poder sobre outro ser humano, não dando nenhum espaço para a reflexão de determinada conduta pessoal, ou impacto da personalidade do sujeito perante o grupo.


O exercício do poder não é e nunca foi mero sadismo como muitos pensam, mas, sobretudo uma blindagem potente contra quaisquer sentimentos de inferioridade.



“Agora posso passar desapercebido em relação à todas minhas fraquezas pessoais, e mesmo assim serei aclamado”; esta é sem dúvida a reza máxima do poder.




O poder é contra a adaptação saudável, transformação e equilíbrio; sua finalidade última é perpetuar um ego destroçado e capenga na arte do amor e companheirismo.


Mas cabe a pergunta sobre o porque o poder se tornou tão maléfico no decorrer da história?



A resposta é que o mesmo sempre se alimentou da indolência do espírito do cidadão comum, com total ausência de raciocínio político ou crítica.



Neste ponto, o poder começa a sugar toda a energia coletiva, que seria a veia revolucinária ou de mudança da coletividade.


Que pena que os movimentos históricos de esquerda do século vinte não enxergaram tal fenômeno.






O poder passa então a ser eminentemente radical e autoritário, desafiando tudo e todos, já que conta com a incompetência coletiva para o desafio.




O resultado é pura escravização de idéias ou conceitos, já que poucos se arriscam ao desafio citado ou ao comando.



Claro que para quem detém o poder o medo sempre reinará, porém, a certeza do absolutismo advém não apenas da alienação das massas, mas, a convicção de que o cidadão comum não quer mais perder tempo neste mundo com a arte da transformação.

Mais interessante ainda é perceber como a competição adentra por completo quase todos os mecanismos psíquicos;




pensemos por exemplo na questão da sexualidade, e principalmente no problema da impotência sexual ou ejaculação precoce.


Qualquer psicólogo competente já percebeu que tais fenômenos são oriundos do medo do desempenho, ou então da pessoa ser posta em situação de prova, que nada mais é do que a competição levada totalmente para a esfera psicológica ou biológica.





Vivemos num mundo automático de idéias e respostas, e sobra muito pouco espaço para uma criatividade genuína que possa nos libertar da agonia diária que sentimos.





Outra verdade muito importante é que o chamado respeito pelo próximo nada mais é do que refrear a vontade de invadir o espaço vital deste último, evitando a descarga inconsciente da agressividade sem nenhuma lapidação.





Todos sabem que devemos entender as falhas ou subdesenvolvimento em alguma área da pessoa amada, mas se ater ao ponto que acabei de mencionar é a garantia de alguma paz no relacionamento.


Mas como diferenciar a paciência em contraste com uma atitude conformista ou inútil para o desenvolvimento do outro?


A resposta é que não devemos desafiar determinado conteúdo reprimido que a pessoa não pode ainda elaborar, independente do certo ou errado colocado pela norma moral, pois isso se torna desagregador em todos os aspectos.




O fato é que devemos apenas revelar nosso total descontentamento quando sabemos que nosso semelhante teria condições até com relativa facilidade de superar seu dilema pessoal, mas insiste numa prática viciosa de lamúria ou submissão ao sofrimento com o qual se acostumou, reclama, mas insiste em preservá-lo a todo momento.




A competição se estabelece totalmente num relacionamento quando o mesmo é capenga no quesito diálogo.




Tal fenômeno negativo é o passe livre para todo tipo de fantasia destrutiva adentrar a relação, se tornando o guia do cotidiano da convivência entre ambos.




Retomando o que disse inicialmente, a competição ama a mescla com determinados sentimentos:




dinheiro, ambição, narcisismo e desejo de superioridade.


O fato é que a tragédia psicológica máxima é a recusa de se enxergar verdadeiramente a vida.






Pela extrema fragilidade humana, obviamente o complexo de segurança sempre foi a loucura máxima do ser humano em todas as épocas.





Este complexo sempre norteou o comportamento competitivo, seja na beleza, estética ou busca de conhecimento ou poder.




Posto isto, acho que podemos desvendar completamente o segredo da política:




no passado absolutismo como direito natural da preservação de uma elite instituída; no surgimento da era capitalista o sentido da sobrevivência do mais apto perante às regras sociais, sem nenhum remorso frente à moralidade ou ética, independentemente dos preceitos religiosos.



Notem que sempre o desejo de superioridade pautou as relações coletivas.




A hipocrisia é a blindagem contra a visão exata do altar de exclusão social em todos os níveis ou fenômenos humanos.



Depois assistimos o surgimento do socialismo como estrutura política que visou a mitigação da diferença macabra entre as classes sociais.



Tal ideologia aceitou passivamente se corromper pela negação absoluta dos mais sórdidos sentimentos humanos, tipo: inveja, ódio e revanchismo, projetando tudo isso em outra classe social, adotando o que havia de pior na alma humana como timoneiro da conduta política e econômica.



O ser humano simplesmente sente profundo ódio e rancor, e nunca determinada ideologia soube lidar com tais fenômenos.

A competição imprime uma marca sem fim, ameaça momentaneamente ceder, para depois de determinado contrato ou acordo estabelecido recrudescer numa potência alarmante, “jogando na cara do parceiro” o esforço feito nesse hiato de conflito.


A competição nos relacionamentos tem duas facetas:




talvez a primeira e mais dolorosa seja a escolha mais do que errada de nosso companheiro;



e a segunda, a negação do vício de sempre necessitar de figuras projetivas à fim de canalizar todo o ódio reprimido pelo sujeito.




O fato é que o ser humano sempre se mostrou incapaz de lidar com o problema gravíssimo da solidão,





sendo que não consegue assimilar que a competição amplifica este último.




Se analisarmos o desenvolvimento infantil, notamos que a criança ou o adolescente necessita ganhar determinada disputa para sua autoafirmação, porém, num futuro não muito distante, assistimos as consequências de tal necessidade ter infectado totalmente o lado emocional da pessoa, é então que a inocência perdida se transforma no dilema de um rancor quase que eterno;



mesmo a psicologia é um tanto ineficaz para lidar com tal questão.



Acho que o que podemos fazer é apenas alertar sobre determinados sentimentos ou fenômenos e suas consequências: inteligência, sucesso, autosuficiência, negação da finitude conduzem invariavelmente ao mais absoluto vazio existencial.



Infelizmente o ser humano sempre fracassa ou não tem mecanismos hábeis na arte de transferir potência ou poder para outrem, penso que a maior prova disso tudo é a instituição casamento, onde a falta da troca conduz ao isolamento à dois.




A competição denuncia a ambição em praticamente todas as áreas, onde a consequência é o conflito entre dois pólos: o topo e a decadência após determinada conquista.



O drama é que passamos quase que toda a vida desejando, lutando e consumindo ardentemente nossas energias no primeiro tópico, e jamais somos treinados para o inferno do segundo.


A competição denuncia também a ambiguidade de escolhas; sabemos que a bondade, generosidade e honestidade geram infortúnio e ruína econômica; ao mesmo tempo que viver disputando nos leva à solidão dilacerante.




Pensemos na seguinte metáfora:




necessitamos ser animais mais do que selvagens na floresta da competição e sobrevivência que o modelo social nos obriga; e chegamos em casa com a boca cheia de sangue para o fenômeno da afetividade.





A competição é um deus que empresta sua energia para tudo o que for efêmero, descartável e passageiro, detestando qualquer coisa não diria durável, mas que tenha base, solidez e empenho de verdade.



A competição detesta raízes, pois esta última implica em respeito, dedicação e vontade de reparo.



Competir é aquela ilusão narcisista da unicidade ou autosuficiência, como se realmente pudéssemos ter todos os bens materiais à fim de que nunca mais precisássemos dos outros, pelo temor da negação ou rejeição.



Assim como a fama, poder e dinheiro geram a ilusão da IMORTALIDADE, a competição gera a ilusão da felicidade sem compromisso, liberdade com total solidão, achando que esta última nunca irá atormentar nosso espírito, e principalmente achar que isolados sabemos manejar com sabedoria e eficiência nossos recursos materiais ou emocionais.

Antonio C.Araujo
psicotrapeuta.

A CORAGEM!!!


Esse fator é a coragem.

Pessoas que não têm medo de ousar tendem ao otimismo.
 Elas não temem o sofrimento e o fracasso.

 Sabem que o forte não é aquele que sempre acerta, mas aquele que corre o risco de errar e sobrevive à mais dura queda.
 Os seres humanos mais felizes suportam bem a dor e costumam ter uma rotina mais criativa e alegre.
Seu otimismo leva ao sucesso, pois consideram eventuais derrotas um aprendizado que os tornará ainda mais fortes.
 O oposto acontece com o pessimista.
 Ele fica para­lisado, não por convicção, mas por medo.
Não tem medo porque é pessimista.
 É pessimista porque tem medo.
 E assim vai passando pela vida, cada vez mais inseguro e acomodado e — o que é pior — cada vez mais invejoso.

A SOLIDÃO NADA MAIS É.......

Por fim, a solidão nada mais é do que o reflexo do histórico de um modelo de vida de determinada pessoa..............e, é a crença ou não que alguém depositou em outro ser humano, sua disposição ou não para a troca e companheirismo.

 sua escolha pessoal entre doar algo mesmo sabendo do não retorno, ou insistir na inveja e raciocínio egoísta.

A maior loucura não está dentro dos hospitais psiquiátricos ou andando sem rumo pelas ruas das cidades do mundo.

Está nos atos tidos como racionais, de pessoas tidas como normais, que só provocam a desigualdade, a miséria e a infelicidade, mas que são postos em prática em nome da ordem e do progresso.

A CULPA É RESULTADO DE MUITA RAIVA GUARDADA, E ELA SE VOLTA CONTRA NÓS....



"A verdade sai do erro. Por isso nunca tive medo de errar, nem dele me arrependi seriamente"


Essa frase do psiquiatra suíço C. G. Jung (1875-1961) nos faz refletir sobre muitas coisas... Quase sempre chegamos na verdade ao errarmos. É isso mesmo! Mas, quantos erros cometemos até chegarmos na verdade?
Isso não importa, o que deve importar mesmo é a experiência adquirida e o crescimento obtido. Mas nem sempre temos essa consciência e, na maior parte do tempo, os erros cometidos são transformados em culpas.
Alguns passam a vida errando e se culpando; outros sendo vítimas dos erros dos outros, e culpando-os; outros não fazem nada ou em tudo que fazem, são culpados; e outros, ainda para justificarem seus próprios erros, nos culpam. Que loucura, não?

Culpa é o sentimento de ser indigno, mau, ruim, carrega remorso e censura. A culpa é o resultado de muita raiva guardada que se volta contra nós mesmos. Poderíamos resumir assim:

Raiva + mágoas reprimidas = culpa = autopunição

Esse sentimento que corrói nossa alma e que muitas vezes nos impede de sermos nós mesmos, tem muitas variáveis difíceis de se esgotar. Mas podemos refletir sobre alguns aspectos geradores de culpa.

Características de quem sente culpa

- Preocupação excessiva com a opinião dos outros;
- Sente-se mal quando recebe algo, pois na verdade não se considera digno de aceitar o que os outros dão;
- Fala repetidamente sobre o que motivou a sentir culpa;
- Raiva reprimida;
- Dificuldade em assumir responsabilidade pelos próprios atos;
- Sente-se rejeitado;
- Responsabiliza o outro pelo próprio sofrimento;
- Sente-se vítima em algumas ou muitas situações;
- Geralmente se pune ficando doente, ou sendo vítima freqüente de acidentes, ou seja, autopunições constantes;
- Dificuldade em expressar os reais sentimentos;
- Não consegue falar 'não';
- Necessidade em agradar;
- Sempre fazendo algo pelos outros e raramente para si mesmo;
- Dificuldade em fazer algo só para si;
- Não consegue administrar o tempo, pois está sempre sobrecarregado;
- Baixa auto-estima;
- Falta de amor-próprio.

Você pode se identificar com essas características ou ter outras, o importante é reconhecer que a culpa traz muitas conseqüências em nosso modo de ser e agir. Perceba como se sente, elevando assim seu autoconhecimento para mudar o que te faz sofrer.

A culpa pode ser gerada pela (o)

- Religião;
- Morte;
- Manipulação;
- Crítica;
- Regras;
- Acusações;
- Repressão;
- Rigidez;
- Inflexibilidade;
- Julgamento;
- Controle;
- Dependência;
- Superproteção;
- Raiva;
- Medo;
- Rejeição;
- Abandono;
- Abusos;
- Mentira;
- Prazer;
- Felicidade;
- Dinheiro;
- Sucesso;
- Expectativa;
- Comparações;
- Necessidade de agradar;
- Comodismo/ falta de atitude;
- Sentimentos de impotência;
- Preconceito;
- Segredos, principalmente entre os familiares.

Aqui estão algumas causas do sentimento de culpa.


A origem de sua culpa pode ser outra, ou serem várias.


Procure ter a consciência exata da origem do seu sentimento de culpa.

Explore um pouco mais sobre o que gerou em você a culpa

. Comece perguntando-se: O que me faz sentir culpa?

De não ter sido amado?

Ter sido rejeitado, abandonado?

Ter acreditado que recebia amor, quando na verdade recebia apenas o que acreditava ser amor?

Ter sido vítima de maus tratos e abuso sexual ainda criança?

Terem me ocultado a verdade, o que me obrigou a acreditar e conviver com a mentira?

De não ter sido amado?


Faça uma lista de todas as culpas que você sente, por maior que possa ser a lista, faça! Isso o ajudará a compreender melhor seus sentimentos e conflitos gerados pela culpa. Analise as situações em que aconteceram os fatos e se você efetivamente tinha condições de agir diferente de como agiu. Depois continue sua análise.

Onde, quando e por que começou cada uma delas?
Quais são as situações que me sinto culpado pelo que fiz ou deixei de fazer? Quais eram meus valores em relação ao assunto quando agi daquela forma? Se fosse hoje minha atitude seria diferente? Como? Quem fazia ou faz com que eu me culpe?

Busque a relação da culpa atual com seu histórico de vida. O objetivo desse exercício não é buscar mais culpados, mas explorar os motivos pelos quais ainda se culpa, se responsabilizando pelos seus atos, e mudar o que pode ainda ser mudado, libertando-se desse sentimento que aprisiona e impede o crescimento.

Conseqüências da culpa

- Autopunição;
- Medo;
- Sofrimento;
- Remorso;
- Estagnação;
- Doença - segundo alguns estudos, a culpa está presente em praticamente a maioria das pessoas portadoras de câncer;
- Tristeza/depressão;
- Submissão;
- Prisão emocional;
- Solidão;
- Dificuldade em impor limites, dizer não;
- Fuga através do álcool, drogas;
- Compulsão alimentar;
- Conflitos internos e nas relações ;
- Dificuldade em sentir prazer;
- Destruição da auto-estima e amor-próprio.

As conseqüências da culpa são muitas, isso ocorre porque com a culpa está sempre presente a necessidade, ainda que inconsciente, de autopunição. É certo que a culpa pode ser um sinal de alerta sobre falta de limite e respeito pelo outro; ou a indicação que é preciso mudar algum padrão de comportamento. Caso contrário, poderá continuar machucando aqueles que lhes são mais caros.

O mais indicado sempre é responsabilizar-se e não se culpar, pois a culpa faz com que permaneçamos no papel de vítima e esse traz apenas estagnação e repetição de padrão, não proporciona crescimento

A culpa é o nosso pior inimigo....


A responsabilidade faz com que acreditemos na capacidade de mudar.

E todos nós temos essa capacidade!

USE A SUA RAIVA PARA DESCOBRIR MAIS SOBRE SI MESMO....

O que está por trás da sua raiva?

"A raiva acaba por ser tornar uma fortaleza de defesa para quem se sente sem poder.

A raiva é muito mais uma fuga dos próprios sentimentos"

Ela nos fornece uma energia momentanea.


Qual sua reação quando algo não acontece como gostaria? Ou diante de uma injustiça?

Você consegue identificar as situações que o faz sentir raiva?

Quando a sente, em geral você a expressa de alguma maneira ou a reprime?

Como foi a última vez que teve um acesso de raiva?

Caso tenha consciência do que gerou seu último acesso de raiva, será que era mesmo esse o motivo?

Sabemos que a "raiva" deseja o que quer, quando quer e nas condições que quer, como se não houvesse o menor controle sobre ela.

Descobrir a raiva em si pode indicar descobertas muito maiores e que devem ser reveladas, mas se não for explorada pode se tornar um grande obstáculo para investigar outras emoções mais profundas.

A maioria das pessoas que fica zangada com freqüência pensa que conhece bem suas emoções, principalmente por causa de seus acessos.

Quem sente raiva quase sempre acredita que a raiva em si seja um sentimento genuíno, o que nem sempre corresponde à verdade.

Nem sempre sabem o que estão realmente sentindo além da raiva facilmente perceptível, que em geral devasta tudo que está no caminho, como se fosse um furacão, deixando apenas como conseqüência os prejuízos. Os acessos de raiva são experiências muito dolorosas, tanto para quem as sente, como para quem é alvo dela.

Porém, em muitos casos, a raiva acaba por ser tornar uma fortaleza de defesa para quem se sente sem poder e faz o possível para enfrentar um mundo que para ela é assustador.

Algumas situações de frustração podem fazê-lo querer provar de quem foi a culpa ou jurar vingança, quando na verdade podem ser expressões de desespero e desamparo.

Lembre-se de alguma situação em que alguém o tratou assim, jurando que você iria pagar pelo que fez. Será que essa pessoa não estava se sentindo desamparada?

Uma pessoa muito zangada, na verdade, está amedrontada e assim, ataca. Toda hostilidade tem origem no medo, no desespero, em não saber como agir e como defesa, acaba por atacar.

A raiva parece gerar uma coragem além do que acredita ter, podendo se tornar tão compulsiva que resulta quase sempre em violência.

A pessoa irada parece estar sentindo qualquer sentimento, menos medo, mas não só está com medo, como apavorada

. Pavor de perceber que não é capaz de controlar tudo. E sentindo-se assim, também deve sentir muita dor, porém essa dor é negada.


Ou seja, sob a raiva há a dor e sob essa dor há o medo.

A dor pode ter sido causada por diversos motivos, a morte de alguém querido, a perda de um emprego, a falta de dinheiro para pagar as contas, um processo perdido, uma injustiça contra sua pessoa, o diagnóstico de uma doença, ter sido maltratado e quem o tratou assim não sentiu arrependimento, ou outros tantos fatores.

Como essa dor foi desprezada e negada, acaba por ficar reprimida e necessita ser manifestada de alguma forma, sendo muitas vezes expressa em forma de raiva.

A raiva pode ser uma dor que foi reprimida e, por ser tão intensa, se torna mais fácil ficar irado do que entrar em contato com a dor.

Mas é preciso lembrar-se que a dor não desaparece com um acesso de raiva, muito pelo contrário, pode gerar mais dor pelas conseqüências que essa expressão pode causar.

Quanto mais a dor é negada, maior e mais freqüente será a raiva, que é duplamente dolorosa.

A dinâmica interior não é sua raiva, mas a causa da sua raiva.

Essa é sua dor. Buscar essa causa é o que diminuirá de senti-la. Nem sempre quem o faz sentir raiva coincide com a causa da sua dor. A raiva é muito mais uma fuga dos próprios sentimentos.

A raiva também se manifesta em situações de impotência, a qual faz com que você se considere sem valor, incapaz de fazer diferença para alguém.

Se a dor perante os fatos for profunda, poderá ser encoberta pela raiva, que o faz agredir por não se sentir capaz de amar e assim rejeita o amor dos outros - e que tanto necessita - por não acreditar ser merecedor desse amor.

A raiva impede o amor e isola a pessoa que a sente.

É uma tentativa de afastar o que mais deseja: companhia e compreensão.


No fundo acredita não ser capaz de ser entendido ou que não merece tal compreensão, tornando-se o primeiro a rejeitar qualquer possibilidade disso acontecer. O amor não ameaça forma alguma de vida, mas alimenta, apóia, busca acima de tudo a harmonia.

Como lidar com a raiva

Na próxima vez que sentir raiva, procure identificar se há medo ou dor por algo que aconteceu.

Entre em contato com seus sentimentos, sem negar ou fazer que não os sente.

Use sua raiva para descobrir mais sobre si mesmo

. Ao se sentir com raiva, zangado por algo que ocorreu, pare o que estiver fazendo, falando ou pensando, opte por não gritar, atirar um objeto ou reagir com violência impulsiva, e volte sua atenção para o que estiver sentindo.

Isso não será fácil, mas valerá o esforço.

Canalize sua energia em sua consciência, que o impedirá de agir por impulso e busque explorar seus sentimentos, incluindo a dor que está sentindo

. Nesse momento perceberá que ter um acesso de raiva irá desviar sua atenção da verdadeira causa:


sua dor.



Mas ao se confrontar com sua dor perceberá ser o caminho mais seguro para deixar de senti-la.

domingo, 11 de abril de 2010

ESTUDO DESVENDA "VISÕES ANTES DA MORTE"

Estudo desvenda 'visões antes da morte'

Famosa "luz no fim do túnel" relatada por pessoas que estiveram perto de falecer é resultado de altos níveis de CO2 no cérebro, dizem cientistas




Cientistas acreditam ter encontrado a explicação para os relatos feitos por pessoas que estiveram perto da morte, de visões como uma "luz no fim do túnel" ou de imagens dos momentos vividos desfilando como um filme diante dos olhos.

A equipe da Universidade de Maribor, na Eslovênia, examinou as informações de 52 pacientes durante o momento de uma parada cardíaca, e concluiu que esses fenômenos se devem aos altos níveis de dióxodo de carbono (CO2) presentes no sangue naquele exato momento, por conta da suspensão da respiração.

Os níveis elevados deste composto químico foram registrados em 11 pacientes que relataram ter vivido experiências do tipo, segundo um artigo na revista científica Critical Care.

Os pesquisadores não encontraram nenhum padrão associado a sexo, idade, nível de educação, credo, medo da morte, medo da recuperação ou drogas subministradas durante o ressuscitamento.

Entre as experiências relatadas por pacientes que estiveram próximos da morte estão a visão de um túnel ou uma luz forte, uma entidade mística e até a sensação de "sair do próprio corpo". Outros relatam apenas uma sensação de paz e tranquilidade

Na cultura popular, esses fenômenos são atribuídos à religião ou às drogas. Mas, para a equipe eslovena, o estudo oferece uma explicação mais consolidada de por que tantos pacientes que sobrevivem a uma parada cardíaca relatam estas sensações.

Estima-se que entre 10% e 25% dos pacientes que sofrem de paradas cardíacas vivenciam algo semelhante.

A anoxia – a morte de células do cérebro em consequência da falta de oxigênio – é uma das principais teorias para explicar as experiências vividas em momentos de morte iminente. Mas este efeito foi estatisticamente insignificante no pequeno grupo de onze pacientes que as vivenciaram no estudo esloveno.

Em compensação, os níveis de CO2 no sangue destes pacientes foi muito mais alto que no resto dos pacientes da pesquisa. Outros experimentos já mostraram que inalar dióxodo de carbono pode levar alucinações similares às relatadas em momentos de morte iminente.

O que a equipe ainda não sabe, porém, é se estes altos níveis de CO2 se devem à parada cardíaca ou se já eram registrados antes do fenômeno.

"Esta é potencialmente outra peça do quebra-cabeças. Precisamos de mais pesquisas", disse a pesquisadora que coordenou o estudo, Zalika Klemenc-Ketis.

"Experiências de quase morte nos fazem questionar nossa compreensão da consciência humana, portanto, quanto mais, melhor." O cardiologista Pim van Lommel, que há anos estuda fenómenos semelhantes, descreveu as conclusões como "interessantes".

"Mas eles não encontraram a causa, apenas uma associação. Acho que isto permanecerá um dos grandes mistérios da humanidade", disse. "As ferramentas que os cientistas possuem simplesmente não são suficientes para explicá-los."

A SENSAÇÃO DE TER" VALOR" É ESSENCIAL À NOSSA SAÚDE MENTAL!!!

Quantas vezes, ainda que na presença de alguém, temos a nítida sensação que em qualquer momento podemos ser abandonados?

Quantas vezes, diante de um atraso, sentimos verdadeiro pânico?

Quantas vezes nos desesperamos diante da possibilidade da pessoa amada nos deixar?

Quem viveu o abandono durante a infância pode sentir um medo incontrolável de ser deixado,
procurando evitar a todo custo ser abandonado novamente.

Quando falamos de abandono não é apenas em casos em que uma criança é literalmente abandonada por seus pais, a quem se espera ser amada e cuidada, mas aquelas que são abandonadas através da negligência de suas necessidades básicas, da falta de respeito por seus sentimentos, do controle excessivo, da manipulação pela culpa, ainda que ocultos, durante a infância.

Crianças abandonadas, psicológica ou realmente, entram na vida adulta, com uma noção profunda de que o mundo é um lugar perigoso e ameaçador, não confiando em ninguém, porque na verdade não desenvolveu mecanismos para confiar em si mesma.

O abandono está diretamente relacionado com situações de rejeições registradas na infância e que pode se intensificar durante toda a vida, principalmente quando se vivencia outras situações de rejeição e/ou abandono.

Cada vez que vivenciamos situações de perda é como se estivéssemos revivendo a situação original de abandono, do qual dificilmente se esquece.


Podemos sim, reprimir, fugir desses sentimentos, mas raramente conseguimos lidar sem sofrimento diante de qualquer possibilidade de perda e/ou rejeição.
Quando somos rejeitados em nosso jeito de olhar, expressar, falar, comer, sentir, existir, não obtendo reconhecimento de nosso valor, principalmente quando somos crianças, é inevitável que se registre como abandono, pois de alguma maneira, ainda que inconsciente, abandonamos a nós mesmos para nos tornarmos quem esperam que sejamos.


Sente-se abandonado quem não se sentiu acima de tudo amado e isso pode ser sentido antes mesmo de nascer, ainda no útero materno.

Pais que rejeitam seu filho durante a gestação pode deixar muitas seqüelas, em nós, adultos.

Toda criança fica aterrorizada diante da perspectiva do abandono.

Para a criança, o abandono por parte dos pais é equivalente à morte, pois além de se sentir abandonada, ela mesma aprende a se abandonar.

Conforme percebemos, consciente ou inconscientemente, e ainda muito pequenos, que a maneira com que agimos não agrada aos nossos pais, vamos tentando nos adequar ou adaptar nosso jeito de ser e, aos poucos, vamos nos distanciando de quem somos de verdade, agindo de maneira a sermos aceitos.

É quando começamos a desenvolver o que chamamos de um falso self, a um estado de incomunicação consigo mesmo, gerando uma sensação de vazio.

O falso self ou um  "eu" idealizado......... é um mecanismo de defesa, mas que dificulta o encontro com o "eu" verdadeiro.

É muito comum que crianças que cresceram em famílias com algum desequilíbrio, proveniente do alcoolismo, agressividade, maus-tratos, ou qualquer outro tipo de abuso, tenha sofrido a negação de seu verdadeiro eu.

Crianças que sofreram em silêncio e sem chorar, ou como alguns relatam: chorando por dentro, podem aprender a reprimir seus sentimentos, pois uma criança só pode demonstrar o que sente quando existe ali alguém que a possa aceitar completamente, ouvindo, entendo e dando-lhe apoio, o que nesses casos, raramente acontece.

Pode acontecer dessa criança desenvolver-se de modo a revelar apenas o que é esperado dela, dificilmente suspeitando o quanto existe de si mesma por trás das máscaras que teve que criar para sobreviver.

Alguns pais, inconscientemente, numa tentativa de encobrir sua falta de amor - o que é muito comum, por mais assustador que seja para alguns - declaram muitas vezes seu amor pelos filhos de forma repetitiva e mecânica, como se precisassem provar para si mesmos seu amor, onde as crianças sentem que suas palavras não condizem aos seus verdadeiros sentimentos, podendo gerar uma busca desesperada por esse amor, cuja busca pode se estender durante toda a vida.

Ficar só para essas pessoas pode ser uma defesa para evitar novamente o abandono, gerando um conflito constante entre a necessidade de ser cuidado e o medo de ser abandonado.

É muito comum a criança se sentir abandonada em famílias muito numerosas, onde há muitos irmãos, e os pais não conseguem dar atenção a todos.

Ou quando os pais constantemente estão ausentes pelos mais diferentes motivos, seja em função do trabalho excessivo, viagens, doenças, internações constantes, ou até pela dificuldade em cuidar de uma criança, não conseguindo fazer com que se sinta amada nem desejada naquela família.

A sensação de ter valor é essencial à saúde mental.

Essa certeza deve ser obtida na infância.

Por isso que a qualidade do tempo que os pais dedicam aos seus filhos indica para elas o grau em que os pais as valorizam.

Por outro lado, a criança que é verdadeiramente amada, sentindo-se valiosa quando criança, aprenderá a cuidar de si mesma de todas as maneiras que forem necessárias, não se abandonando quando adulta.

Assim como crianças que passaram maior parte de seu tempo com pessoas que eram pagas para cuidar delas, em colégio interno, distante de seus pais, não recebendo amor verdadeiro, mesmo tendo tudo que o dinheiro pode comprar, poderão ser adultos como qualquer outra criança de tenha vindo de um lar caótico e disfuncional, crescendo sentindo-se pouco valiosa, não merecedora do cuidado de ninguém, podendo ter muita dificuldade em cuidar de si mesma.

Ou seja, a maneira com que nos cuidamos quando adultos, muitas vezes reflete a maneira com que fomos cuidados quando crianças.

Precisamos chegar a ponto de perdoar aqueles que de alguma forma nos abandonaram ou que nos causaram uma dor profunda.

Para alguns, essa é uma tarefa fácil, mas temos que admitir que para outros, pode ser praticamente impossível.

Como perdoar um pai bruto, que o fazia trabalhar desde muito pequeno ou pedir dinheiro, do qual depois consumia em jogos e bebidas?

Como perdoar um pai que abusou sexualmente da filha, psicologicamente do filho?

Como perdoar uma mãe que trancava os filhos no armário ou no quarto ao lado enquanto se encontrava com outro homem dentro da casa, ou quando deixava os filhos sozinhos em casa dizendo que ia trabalhar, quando na verdade ia se divertir?

Como perdoar pais que sempre ocultaram a verdade, insistindo na mentira?

Como perdoar um irmão que abusou sexualmente da irmã? Como perdoar uma mãe que demonstrava suas insatisfações através de gritos com seus filhos?

Como perdoar um pai que batia constantemente na mãe na presença dos filhos?

Como perdoar aqueles que roubaram a infância e inocência de muitas crianças? Como perdoar aqueles que o deixaram, o abandonaram?

Não é possível perdoar se o perdão for entendido como negação do fato, pois precisamos sentir a dor que ficou reprimida em nossa alma.

Perdoar não significa aceitar, mas se permitir sentir e expressar toda a raiva e dor reprimida e encontrar caminhos saudáveis que podem transformar esses sentimentos em experiência e aprendizado.

Ao nos tornarmos mais conscientes de nossas feridas, entre elas as geradas pelo abandono, podemos agir sobre aquilo que vivenciamos, aprendendo a respeitar nossos sentimentos mais profundos, assumindo a responsabilidade pelas mudanças que podemos nos permitir vivenciar no momento presente. Não se trata de regresso ao lar, porque muitas vezes esse lar nunca existiu. É a descoberta de um novo lar, o qual cada um de nós pode construir, sem mais se abandonar.
O AMOR...
Faz a eternidade soar e assim suspende a morte.

Nada nos satisfaz mais.

 Daí talvez o poema de Drummond:


Que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar?
Amar e esquecer, amar e malamar, amar, desamar, amar...

Sempre, e até de olhos vidrados, amar?

CORAGEM DE SE EXPOR...


Às vezes, fico me perguntando porque é tão difícil ser transparente?

Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero, não enganar os outros.

Mas ser transparente é muito mais do que isso.

É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que a gente sente...

  Ser transparente é desnudar a alma, é deixar cair as máscaras, baixar as armas, destruir os imensos e grossos muros que nos empenhamos tanto para levantar...


Ser transparente é permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche, transborde!

Mas infelizmente, quase sempre,a maioria de nós decide não correr esse risco.

Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana. Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam do mais profundo de nosso ser...


Preferimos nos perder numa busca insana por respostas imediatas à simplesmente nos entregar e admitir que não sabemos, que temos medo!

Por mais doloroso que seja ter de construir uma máscara que nos distancia cada vez mais de quem  realmente somos, preferimos assim: manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção...

E assim, vamos nos afogando mais e mais em falsas palavras, em falsas atitudes, em falsos sentimentos.


Não porque sejamos pessoas mentirosas, mas apenas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso e não-contaminado.

Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro nos faz perceber que já não sabemos dar e nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar, doçura, compaixão... a  compreensão de que todos nós sofremos,nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos baixinho antes de dormir, num silêncio que nos remete a uma saudade desesperada de nós mesmos... daquilo que pulsa e grita dentro de nós,mas que não temos coragem de mostrar àqueles que mais amamos!



Porque, infelizmente, aprendemos que é melhor revidar, descontar, agredir, acusar,criticar e julgar do que simplesmente dizer:


“Você está me machucando... pode parar, por favor?"
 Mas...falar com brandura....levando o outro a se colocar em nosso lugar....

. Porque aprendemos que dizer isso é ser fraco, é ser bobo, é ser menos do que o outro.


Quando, na verdade, se agíssemos com o coração, poderíamos evitar tanta dor, tanta dor...


Sugiro que deixemos explodir toda a nossa doçura!

Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo,não desejar parecer tão invencível...

.Que consigamos não tentar controlar tanto, responder tanto, competir tanto, que consigamos docemente viver, sentir, amar...


E que você seja não só razão, mas também coração, não só um escudo, mas também sentimento.  Seja  transparente,apesar de todo o risco que isso possa significar.

PESQUISA REVELA QUE OS HOMENS SAO ESCRAVOS DOS HORMÔNIOS ASSIM COMO AS MULHERES....

A química da atração

Uma surpresa: estudos revelam que os homens são tão escravos de seus hormônios quanto as mulheres

Se você é homem, avistou aquele rostinho bonito no meio da multidão e teve a absoluta certeza de que "ela" é a mulher ideal, melhor esperar algumas horas antes de se declarar. Um estudo feito por um instituto britânico de pesquisa, divulgado na semana passada, afirma que as pequenas alterações nos níveis de testosterona que ocorrem ao longo do dia têm influência decisiva na escolha de uma parceira. No início da manhã, quando o organismo masculino está inundado pelo hormônio, as chances são de que ele irá optar pela mulher de traços mais delicados e femininos.

À tarde,

com o nível mais baixo de testosterona, pode muito bem se deixar encantar por uma moça de traços faciais mais pesados, masculinizados. Uma surpresa do estudo, realizado no Laboratório de Pesquisa da Face da Universidade de Aberdeen, na Escócia, é a revelação de que as preferências sexuais masculinas não são tão mais estáveis que as femininas, como sempre se supôs. "Já havíamos mostrado quanto as mulheres são vulneráveis às mudanças hormonais na hora de escolher seu parceiro, mas ainda não havia um trabalho que avaliasse as oscilações hormonais em homens e suas preferências sexuais", disse a VEJA o psicólogo Benedict Jones, de Aberdeen, um dos responsáveis pelo estudo.

A pesquisa avaliou trinta homens, todos heterossexuais e saudáveis, com idade média de 20 anos e níveis de testosterona normais (entre 280 e 930 nanogramas por decilitro em homens com menos de 40 anos). Foi pedido a eles que escolhessem a figura mais atraente entre quarenta pares de fotografias com rostos de mulheres e de homens. Cada par era composto de duas fotos modificadas por computador do mesmo rosto. As mudanças eram sutis, mas calculadas com precisão para acentuar as características físicas de cada sexo. A face mais feminina recebeu lábios carnudos, cílios longos e fartos, nariz pequeno e fino. O rosto mais masculino exibia sobrancelhas espessas, queixo proeminente e lábios finos. As fotos foram observadas pelos participantes em quatro sessões, com intervalo de uma semana entre elas. A primeira foi realizada quando o nível de testosterona individual atingia o pico e a última quando a quantidade do hormônio era muito baixa. O resultado não poderia ter sido mais esclarecedor. Com a testosterona nas alturas, os homens escolheram em geral as fotos de mulheres com feições marcadamente femininas. Com os índices baixos, eles optaram muitas vezes por rostos femininos com traços masculinizados. Em alguns casos, até preferiram rostos de homens com feições bem femininas.

A testosterona, hormônio produzido a partir da glândula hipófise, é o principal motivador sexual do ser humano, uma espécie de gatilho reprodutivo que detona o desejo em ambos os sexos. Em um homem saudável, os níveis de testosterona podem oscilar 15% durante um dia. É essa pequena margem para cima e para baixo que torna o estudo relevante. "É impressionante como uma flutuação tão pequena implicou mudanças significativas. O estudo comprovou como os hormônios são poderosos nos seres humanos e como eles trabalham a favor da evolução, ajudando na escolha do parceiro ideal", explicou o psicólogo Benedict Jones.

As mulheres têm uma matemática hormonal totalmente distinta da masculina – e muito mais complexa. Durante os 28 dias do ciclo menstrual, hormônios femininos, como o estrógeno e a progesterona, e masculino, a testosterona, sobem e descem drasticamente no organismo da mulher. Ao interagirem, esses três hormônios produzem reações psíquicas e físicas distintas em cada uma das quatro semanas do mês. Do primeiro ao quinto dia, a maioria das mulheres não está sequer preocupada com sexo. Na hora de escolherem um parceiro, se realmente precisarem fazer isso, elas vão preferir o sujeito pacato, companheiro de todas as horas, com feições suaves. A partir daí, o estrógeno e a testosterona começam a aumentar. No 14º dia, o nível de testosterona está alto. A mulher entra no período de ovulação, a fase fértil, quando o corpo está preparado para a concepção. Nessa fase do ciclo, aumenta a atração por homens mais másculos. É a vez dos altos, fortes, de traços embrutecidos, como os do ator inglês Daniel Craig, o atual James Bond.

Descobrir os elementos que compõem a química da paixão é um desafio. "Tudo o que aparece de novo apenas serve para comprovar a grande teoria da evolução de Charles Darwin. Mas são apenas gotas em um imenso oceano", diz Lisa Welling, do Laboratório de Pesquisa da Face. "A atração é algo rico e complexo, em que inúmeras variáveis, inclusive ambientais, interagem", pondera a psiquiatra Carmita Abdo, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Apesar das descobertas recentes nos campos da genética, da psicologia e da fisiologia, a total compreensão da química da atração continua um desafio da ciência – um mistério tão grande como o próprio amor.

sábado, 10 de abril de 2010

O PERVERSO "DESEJA RECEBER MUITO E DOAR POUCO."...


Tanto a psicologia, psiquiatria e ciências sociais deveriam se esforçar na tentativa de unificar a problemática máxima da humanidade, ao invés de se aterem a conceitos diagnósticos; pois desta forma tratariam a perversão de "desejar receber muito e doar pouco".


A inversão dessa verdadeira "tara" contemporânea é a única esperança para melhores dias afetivos e emocionais para toda a humanidade.

Mas o leitor irá indagar como evitar a exploração seguindo tal premissa?

Obviamente como medida sócio educativa devemos lançar no ostracismo aquele que não deseja dividir.


Escolher um grupo de pessoas saudáveis seja na amizade ou afetividade é uma das mais altas tarefas de nossa alma na atualidade.

O drama de nosso desenvolvimento é que não fomos treinados ou ensinados para os impactos emotivos nas diferentes etapas de nossa vida.

Cito alguns como exemplos:

como lidar ou dizer um "não"; como evitar que uma relação fracassada aumente sua potência pela omissão e comodismo; como se desvencilhar de apegos que nos causam insatisfação; como conviver com alguém que constantemente nos gera um profundo incômodo...

O"ORGULHO"... È O NOSSO INIMIGO OCULTO QUE TEM COMO AMIGO ÌNTIMO O "MEDO"...

Nunca em qualquer outra época, o ser humano necessitou tanto da proximidade de seu semelhante, porém nunca foi tão negado esse fato, pelo receio das pessoas serem taxadas de dependentes, assim sendo deveríamos rever nosso orgulho, pois descobriremos ser este último o maior inimigo de nossos mais íntimos desejos".


A questão do medo juntamente com a solidão, ocupa o topo dos sentimentos experenciados pela maioria das pessoas em nossos tempos.

Desde cedo somos criados ou vivemos temerosos da perda da segurança em todos os aspectos da personalidade.

Esse fato revela a incrível contradição de toda uma era de revolucionárias conquistas tecnológicas, pois parece que nada tem aliviado os mais arraigados temores humanos.

E o ponto não é apenas o raciocínio um tanto simplista, quando dizemos que boa parte dos avanços são acessíveis apenas a alguns privilegiados, e embora isso seja correto, deixa de lado toda a dimensão da tarefa humana da convivência e busca de satisfação entre os seus semelhantes.


Infelizmente este último tópico passa por uma enorme crise, já que a busca de relações saudáveis e de cooperação não tem sido a tônica em nossa sociedade, mas tão somente a segurança e destaque econômico.


Obviamente o lado pessoal está totalmente renegado ao segundo plano, pois todos estão extremamente ocupados em tentar ganhar dinheiro.


Esse estudo seria absolutamente desnecessário para se confirmar tão óbvia conclusão, mas o que pretendo é mostrar o impacto disso na psique humana, como acabamos reagindo a isso, e o que nos tornamos.

O medo ou pânico, é a prova fatídica de que apenas restou lidar com o lado mais cruel e diabólico de nossa alma, é o atestado final de que renunciamos a todo o tipo de genuíno e verdadeiro contato humano, seja em forma de amizades, ou na questão afetiva.


Todos sabemos das dificuldades de se viver em nossa atual sociedade, e a fim de nos prevenirmos contra o sofrimento diário de nosso emprego ou relações, acabamos por adotar a insensibilidade ou negligência como forma de conduta.

Acontece que nosso organismo irá compensar tal atitude, pois este último sempre terá a função reguladora, assim sendo, quanto maior a atitude de insensibilidade do homem moderno perante suas relações, maior será o grau de sensibilidade corporal, e sua conseqüente exposição a todo o tipo de manifestações psicossomáticas, como Por exemplo, a síndrome do pânico.


É curioso notar que um dos sintomas que mais prevalecem em tal doença, é o medo da pessoa sair sozinha com receio de que seja acometida de uma crise repentina de pânico.


Está demonstrado um claríssimo sinal de desamparo e necessidade de cuidados especiais, uma espécie de pedido de socorro, ou ainda forçar que o ambiente ao seu redor sempre acompanhe a pessoa.

No histórico desses pacientes sempre encontramos grande soma de isolamento pessoal e social, sendo que a doença parece ser o último refúgio para que essa situação se resolva de uma vez por todas.

O medo é taxativo....

é a prova mais absoluta de que nossa vida anda muito mal, que estamos vazios, desprovidos de sentido, de que não possuímos ninguém para compartilhar nosso eu, o medo nos obriga a enxergarmos nosso drama interior, nossa ira com relação ao modelo de vida que levamos metodicamente, sem nenhum sentido mais amplo.

Nossa tarefa se torna maior a cada dia, pois não basta nos rebelarmos contra os sintomas, mas também em relação a um modelo social deteriorado, e se não agirmos rapidamente teremos um terceiro, nossa angústia frente à impotência de alterarmos determinada situação.


O modo como determinada pessoa expõe sua vida, compartilha seus problemas, divide seus sentimentos, é a maior pista não apenas de sua maturidade, mas também de sua coragem e valor que dá aos que lhe estão mais próximos.


O egoísta pode ser considerado o mais miserável de todos os sujeitos, pois o mesmo tem a concepção de possuir apenas uma ou algumas coisas de valor, recusando-se a troca, por achar que jamais reconquistará determinado objeto doado, adotando uma postura de isolamento e temor perante as pessoas.

Na verdade dedicamos ao medo toda a energia que não pudemos trocar em outras áreas, como, por exemplo, nas relações sociais e companheirismo, assim sendo, o medo é o irmão gêmeo da solidão, seu mais fiel escudeiro e a prova de que não prestamos muita atenção no quanto sempre fez falta o contato humano.

O medo é a antítese do crescimento, regulando nossa vida pelo mínimo, é o fator máximo da adaptabilidade do ser humano, infelizmente explorado por todos os sistemas e governos.

O medo é a jaula que nos impede de irmos aonde deveríamos, a distração da tranqüilidade e felicidade, é estar constantemente no passado, uma espécie de condicionamento que fala que jamais poderemos ousar outro destino.


Achamos que nossos temores são um alerta, e através deles escolhemos sempre o mais cômodo, o menos arriscado, damos um total aval para a insatisfação, apenas por pensarmos que estaremos protegidos.


A conseqüência em nossa psique não poderia ser pior, pois tudo isso resulta numa verdadeira tortura mental, e acabamos sempre pensando o pior, já que nosso organismo sempre está precavido.

Ficamos com a segurança e também com toda a negatividade que a mesma nos oferece, pois o medo de arriscar passa a ser o medo de viver, e temerários escondemos inclusive nossos sentimentos, aliás, penso que não há tortura maior nos dias de hoje, do que sentir o medo e isolamento, e ao mesmo tempo não poder compartilha-lo com nossos semelhantes seja por timidez ou receio do julgamento que farão a nosso respeito.

A clausura e retraimento trazem a força do medo no seu mais alto grau, pois o mesmo apenas prevalece nas almas que sentem que seu lado humano é improdutivo perante seu meio, que sua energia vital não está maximizada no contato social, desperdiçando dessa forma sua afetividade e alegria de viver.
Caso não tomemos consciência dos aspectos citados, o medo cada vez mais se apossará de todos o segmento de nossa existência, seja no temor da perda do emprego, o de se sentir só, doenças psicossomáticas, insônia e depressão.
Claro é o fato de que tudo isso já está ocorrendo, porém parece que a maioria das pessoas ainda não se deu conta da amplitude e alastramento do problema, pois essa verdadeira epidemia já ocupa nosso lar, esperando apenas o momento para reinar absoluta em nossa existência.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Doenças relacionadas às emoções.






Realmente podemos ficar doentes devido ao enfraquecimento de nossa aura.

Distúrbios emocionais, insatisfações ou aborrecimentos constantes, e principalmente o pessimismo, a baixa estima, o não amar a si mesmo (a), muito comum e freqüente em certas pessoas, podem enfraquecer nosso campo de proteção áurica, causando-nos diversas doenças.

Praticamente, todos já ouvimos dizer que muitas doenças são causadas por nós mesmos, por situações e conflitos que criamos com nosso comportamento diante da vida, nossa boca, nosso pensamento, nossas ações. Nada pode estar mais perto da verdade.

Abaixo , estão algumas possíveis situações de doenças de nosso corpo físico e que às vezes são causadas pelo enfraquecimento desta nossa proteção natural.

Acidentes:
Raiva, frustração e rebelião.
Alergias:
Aparecem naquele s que estão sempre nervosos e irritados com as atitudes das outras pessoas com quem convivem. Se você tem alergias procure ser mais calmo e compreensivo com aqueles que o rodeiam.
Anemia: Você é uma pessoa que praticamente não tem nenhuma confiança em si mesma.
Aparelho Respiratório:
Pessoas que estão sempre desesperadas, sempre correndo e que gostam de fazer tudo ao mesmo tempo. O resultado disso é que, muitas vezes, elas não terminam nenhum de seus afazeres, ou não fazem nada direito.

Artrite:

Perfeccionismo. Pessoa muito crítica com as outras pessoas que a rodeiam, sejam elas amigos, familiares, companheiros de trabalho, etc... Você também é uma pessoa insistente, talvez levando essa insistência longe demais. Às vezes é bom deixar de lado, desistir de alguma situação difícil, caso não esteja recebendo o apoio de que necessita. Persistir em algo muito complicado, sem ajuda de ninguém, pode lhe trazer sérios problemas com os ossos de seu corpo ou então uma artrite.
Asma:
Complexo de culpa.
Ataques:
Pensamentos negativos, quem não é feliz.
Bexiga:
Segurando a dor para si mesmo.
Braços:
Emoções antigas.
Bulimia:
Ódio de si mesmo, achando não ser bom o suficiente.
Cabeça:
O que nós mostramos ao mundo.
Câncer:
Ressentimento profundo.
Coluna:
Geralmente, essas pessoas gostam de fazer tudo sozinhas e depois, acabam sempre reclamando que ninguém dá uma mãozinha. Ou querem carregar os outros ou o mundo nos ombros ( nas costas ) ! Muito peso ...

Coração:

Pessoas que não vivem do amor e da felicidade.
Dedos:
Ego, raiva, medo, preocupação, perda, pretenção.

Dentes

(cáries dentárias ou gengivites): Talvez quase ninguém saiba, mas os dentes representam a família. Se você é esteio de sua família, a pessoa a quem cabe tomar todas as decisões, arcando com todas as responsabilidades e conseqüências, é muito propensa a ter problemas com seus dentes, ou a desenvolver uma gengivite.

Dor:

Culpa, medo de ser punido.
Estômago

( problemas digestivos): Dificuldade de assumir novas idéias e novas experiências.Se você anda comendo muito, talvez seja a única forma que esteja encontrando para estagnar ou conter seus impulsos de criação. Ou então, pode ainda significar que esteja totalmente insatisfeito com sua vida sexual, amorosa, sentimental, conjugal.

Fígado:
Pessoa que acumula o sentimento de raiva dentro de si. Procure liberar sua raiva e não guarde rancor de ninguém. Quanto mais raiva guardar, pior será para você.

Frigidez:
Medo, culpa sexual

Garganta:

Medo de mudanças, dificuldade em falar e frustração.Quando você tiver algum distúrbio nesta região de seu corpo, não pense duas vezes antes de liberar toda sua criatividade, para assim ampliar a proteção de sua aura. Fale, exponha suas idéias, mesmo correndo o risco de não serem aceitas.

Gastrite:

Este tipo de sintoma quase sempre se manifesta em pessoas que guardam para si os problemas, são, maioria das vezes, pessoas introvertidas e que demonstram uma falsa calma e tranqüilidade.

Genitais:

Rejeição sexual.

Gordura localizada:

Para o conceito esotérico, este tipo de gordura, principalmente quando localizada nas coxas, significa que, quando era criança, você não recebeu aquele carinho tão especial e necessário do colo de sua mãe que com o calor de seu corpo transmitia o amor e a segurança que precisava. Inconscientemente, esta carência está registrada em seu íntimo, fazendo-o desenvolver algum tipo de gordura localizada.
Impotência:
Medo, inveja do próximo. Stress.
Joelho:
Inflexibilidade, ego, medo de mudanças, há um excesso de humildade.
Mãos:
Pão duro ( não gostam de gastar dinheiro).
Obesidade:
Insegurança. Ansiedade.
Orelhas:
Dificuldade de aceitar o que lhe é dito.
Pele:
Pessoas que possuem poder sobre você.
Pernas:
Medo de enfrentar as coisas novas do dia a dia.
Pés:
Dificuldade em compreender a si próprio. Suas opiniões quase nunca são escutadas ou respeitadas pelas pessoas mais próximas.
Pescoço:
Pessoas muito teimosas e inflexíveis. Para estas pessoas, a aura nesta parte do corpo não vai além de alguns centímetros de proteção.

Retenção de Líquidos:
Na alquimia, a água representa intuição. Se você tem tendência a reter líquidos em seu organismo, deve ser uma pessoa de intuição muito forte. Não tenha medo e libere suas manifestações intuitivas.

Rins:

É exatamente no chackra supra-renal que as mágoas se acumulam, diminuindo muito a proteção do campo áurico dessa região. Não é por acaso que, em uma situação de separação, por exemplo, que geralmente traz consigo muita mágoa, tristeza e dor, os envolvidos acabam desenvolvendo alguma coisa relacionada a este órgão, como é o caso de um cálculo renal.


Tumor:

Feridas antigas, tormento, não se permitindo a cura.

Úlcera:
Medo de não ser bom o suficiente.

Varizes:
Geralmente são aquelas pessoas que não aceitam as condições que lhes são impostas, querendo que tudo ocorra sempre ao seu jeito.

Você pode estar se perguntando:

"O que fazer para mudar essa situação?"

Sabendo que uma das possíveis causas de sua doença pode ser algo relacionado ao que foi dito, que tal começar mudando seu comportamento em relação à vida e às pessoas com quem você convive?

ORE BASTANTE. A ORAÇÃO TAMBÉM FUNCIONA COMO MÁGICA E É PRATICAMENTE INFALÍVEL.

Ao se deitar e/ou ao se levantar, reze.

Faça uma oração bonita.

Converse carinhosamente com Deus.

Seja amável e doce com as pessoas.

Mas não se esqueça de consultar seu médico e psicólogo de confiança.

Mas, especialmente pratique Meditação Transcendental, Respiração Pranayama do Yoga, Relaxamento e exercícios físicos regularmente !!!

texto de
jane eyre de mello

quinta-feira, 8 de abril de 2010

O impossível e o feminino (1981)


Betty Milan
Este artigo integra o livro
O saber do inconsciente / Trilogia psi

“Quem sou eu?” Esta é a questão de todo ser humano. Para responder a ela, os homens e as mulheres fazem um percurso diverso. Aqui me interessa o feminino. De que modo o problema da identidade se coloca para uma mulher e é por ela vivido nas várias etapas da sua existência? A que fantasias se vê obrigada a renunciar para tornar-se sujeito de sua história?

Focalizo a mulher, e não a menina. A identidade desta é função do pai, de quem a menina recebe o nome, e da mãe, com quem ela se identifica querendo ocupar-lhe o lugar. Resulta por um lado de uma dádiva e por outro supõe uma rivalidade, que faz da menina a Outra — com maiúscula, porque não se trata de uma outra, outrinha, e sim de uma outra especial, a amante — relativamente à mãe, levando-a a viver no culto do pai. Não só porque é ele que, simbolizando a lei, lhe dá a liberdade de sonhar, mas ainda por não desmentir a fantasia da menina sobre o próprio sexo, a de ser um menino, ter sido dotada — como imagina que a mãe foi — de um pênis. Deixar a infância é deixar de poder se reconhecer no menino, abrir mão da fantasia de casar-se com o pai, e projetar-se no casamento ou na carreira, renunciando nos dois casos a uma identidade certa, dada para a vida toda e que nada ameaça a mulher de perder.

A via sendo a do casamento, a identidade feminina depende do marido que, entretanto, só dá o nome em troca de um filho garantidamente seu. Ou seja, casando-se, a mulher estará sujeita a dois credores: o marido, a quem deve o filho, e este, a quem deve o pai. Quanto ao homem, sua identidade atual não depende do casamento, mas o futuro dela sim e nesta medida também ele terá dois credores: a esposa e o filho.

Assim, o casamento faz do cônjuge um credor, amarrando necessariamente a sexualidade. A mulher, para não ameaçar a identidade do marido, só pode vivê-la na ordem do dever e este, podendo viver sua sexualidade fora, terá que restringi-la aos limites da hora marcada, fazer do sexo uma forma de bater o ponto. Isto é, dentro e fora, ainda que ele não o suponha, estará cumprindo um dever. Don Juan não passa de uma ilusão de liberdade.

Disso resulta que nem a ele nem a ela é dado encontrar realmente o outro sexo e, assim, viver o próprio. Como esta é a regra e o casamento deixou de ser apenas uma instituição para ser uma promessa de felicidade, tornou-se uma instituição falida, em que a mulher é a memória de um dever. Nenhum desejo lhe é suposto, nenhum direito de se alterar ou qualquer imprevisibilidade. Seu papel é o de esperar e soterrar o desejo nos afazeres domésticos. Mas, para aceitar as ausências do marido, precisará ter renunciado à sua presença, ter-se tornado sinônimo da casa ou da ordem que sustenta o casamento. Daí o fascínio da esposa pela Outra, simultaneamente idealizada e abominada — a Outra, em quem a mulher, por um lado, recupera imaginariamente o lugar ocupado na infância e, por outro, vê aquilo que a ameaça como esposa, posição que desde a infância, como a mãe, ela queria ter.

Assim, a identidade feminina se constitui através da Outra, num percurso em que o seu significado varia.

Numa primeira instância, ocupando o lugar dela, a mulher ainda menina não se reconhece na Outra. Depois, já casada, encontra-a como que pela primeira vez, como se fosse um enigma, passando daí a cultuá-la. Ama-a odiando-a, endeusa-a, fazendo dela o inexplicável a que se agarra para afastar de si o encontro consigo mesma como ser sexuado, isto é, em falta do outro sexo, imerso na sua incompletude.

A via não sendo a do casamento, porém a da carreira, a questão da identidade se coloca diversamente. Trata-se aí de conquistá-la através do trabalho e, para ter um nome, a mulher estará agora sujeita a outro credor — o público —, ao qual serve e do qual recebe a imagem em que se reconhece. Mas o público nada mais é do que a presença de uma ausência, o caminho que depende dele é solitário, e a identidade resultante é mortífera como a de Narciso que, vendo-se numa fonte, é tomado de amores pela própria imagem, procura atingi-la sem conseguir, esquece de comer e beber, consumindo-se na adoração de si mesmo.

Se a solução da carreira é impossível, é que nela todo outro é instrumento de um projeto que nega o encontro, não há interlocutor verdadeiro e a mulher — como Narciso, que era adorado por Eco — só escuta o próprio nome, até o limite de viver a identidade como uma alucinação, um efeito puramente imaginário, se não um engodo. Aqui, ela, que se queria a Outra, encarnava como o andrógino o feminino e o masculino, considerava-se onipotente, se vê, como ele, obrigada a encarar o corte que separou um sexo do outro para entregá-lo ao Amor, ao desejo impossível de ser Um.

Agora, a busca será a do próprio desejo, a tentativa será a de obrigar o eu a se dizer e o risco de não saber, na celebração de uma identidade sempre por se dar — desafio assumido de encontrar para perder. Daqui, a única saída é a morte, mas, tendo renunciado à fantasia de ser A Mulher para se tornar apenas uma, ela, que estava perdida, acha enfim sua porta de entrada para a vida.

Insônia e transtornos mentais !!

Insônia e transtornos mentais




Estudo questiona quem vem primeiro: a insônia ou o transtorno




Dormir pouco e mal pode causar distúrbios psiquiátricos e induzir a comportamentos que levem os médicos a confundi-los com doenças mentais que é preciso medicar.




Esta é a conclusão de um trabalho publicado hoje pela revista "New Scientist". A má interpretação dos problemas derivados da falta de sono adequado leva milhares de pessoas a receber tratamentos com remédios, o que além de não ajudar, ainda pode estar piorando a saúde.




O psicólogo da Universidade de Berkeley (EUA) Matt Walker considera "muito preocupante" constatar que uma grande proporção de pessoas que sofrem apenas transtornos do sono estejam sendo tratadas como se tivessem doenças psiquiátricas.




O estudo inverte a relação de causa e consequência da ideia compartilhada pela maioria dos psiquiatras de que as pessoas com doenças mentais dormem mal. "É fácil dizer que é normal que um paciente depressivo ou com esquizofrenia não dorme bem e não se perguntar se há uma relação causal em sentido oposto", afirma Robert Stickgold, especialista em estudos do sono da Universidade de Harvard (EUA).




Dormir mal também pode explicar outros comportamentos característicos associados a diversas doenças mentais, como os surtos maníacos sofridos pelas pessoas com transtorno bipolar ou que apresentam problemas de déficit de atenção.




Segundo o pesquisador, é a falta de sono que provoca os problemas e não o contrário, algo que é conhecido desde tempos imemoriais em que pessoas são impedidas de dormir como forma de tortura.




Fonte: Abril